Wednesday, April 16, 2008

A "RDP-ÁFRICA" ou RDP-PORTUGAL?

A "RDP-ÁFRICA" ou RDP-PORTUGAL?


A "RDP-ÁFRICA" representa uma "instituição" inútil ao serviço da informação para África, ou seja, África-Lusófona. A única serventia é a satisfação de caprichos de determinados sadomasoquistas europeus e seus descendentes por este mundo fora. Quando vejo os olhares odiosos e "piropos" desses repórteres ou pivôs de televisão, jornalistas, locutores de rádio, comentadores europeus contra os negros e a cobiça enorme sobre as riquezas africanas, até mete nojo. Isso não é jornalismo! É uma tremenda vergonha o que se vê. Uma autêntica propaganda política com propósitos ainda desconhecidos pela maioria de negros africanos, foi movida pelos europeus e seus comparsas, cujos parâmetros foram selectivamente arquitectados. Isso, podem crer que foram. Lamentável é verem-se dirigentes, responsáveis pela tutela da informação e cultura em São Tomé e Príncipe elogiarem os trabalhos desses depravados e dementes que se dizem jornalistas, que fazem a comunicação ao serviço dos interesses de políticas de Direita sobre a África para o mundo. No meu ponto de vista, quando passam peças que retratam a desinformação, a retaliação deverá ser imediata! Expulsam-se todos esses vermes e processa -se o Estado de onde são originários os infractores, bem como os respectivos bastardos. Da mesma forma que não nos perdoam quando acontecem episódios tristes e infelizes na nossa sociedade e reportam com o maior dos prazeres, não lhes devíamos perdoar a tamanha falta de respeito e de bom senso no exercício da sua profissão no nosso continente, em particular, em São Tomé e Príncipe.



Quanto a mim, essa "instituição" apologista de uma campanha difamatória contra o continente africano, deveria ter um outro nome, RDP-PORTUGAL. Tal como a “RDP-ÁFRICA”, existe um outro programa que era nojento, racista e xenófobo, cujo lema era mostrar os trabalhos inovadores e projectos que proporcionam o desenvolvimento de ÁFRICA, denominado de “ÁFRICA-GLOBAL”. Este não fazia mais do que denegrir a imagem dos negros que viviam numa situação lastimável de extrema pobreza. Naqueles países que visitavam, não reportavam a parte boa ou a cidade, mas sim as periferias, e indivíduos que viviam em limiar de pobreza e situação degradante na sociedade. Se fosse para isso, não era necessário a RTP (Rádio e Televisão Portuguesa) falsear os objectivos dos programas para a ÁFRICA, na altura da assinatura de "acordos" de cooperação entre os dois continentes. Porque está a vista de todos que os conteúdos não se figuram absolutamente com os afamados "objectivos".


Enquanto nos curvarmos perante esses impostores que de forma mais descarada humilham e abusam da ingenuidade, humildade e ignorância dos negros, continuarão a fazer essas poucas vergonhas e colocar no ar informações adulteradas e outras que merecem censura, devido ao seu carácter chocante e degradante segundo os padrões éticos que respeitam na Europa e países apologistas do regime branco (todo o Ocidente, EUA, Austrália, Brasil, etc.,...). É do nosso conhecimento que as notícias do foro regional e nacional, com carácter depreciativo, não são divulgadas pelos sistemas de informação desses países europeus para a ÁFRICA ou mesmo para o mundo. Quantas cenas deploráveis de miseráveis vivendo na caverna em condições “subumanas”, de cidadãos de segunda passando por dificuldades financeiras graves e cometendo suicídios, assassinatos, crimes relacionados com o consumo de droga, prostituição, burla e outros crimes violentos acontecem diariamente nesses ditos países civilizados, avançados, praticados por brancos? Mas por que razão não enviam essas peças para as televisões, rádios e os jornais de países africanos, e de todo o mundo? Parece que não têm e apenas acontecem cenas maravilhosas como em novelas e filmes de Hollywood!


Um apelo que faço aos nossos governantes cobardes, para que não fiquem acanhados e se amedrontem por causa do negócio que assinaram, para sustentar interesses de certos camaradas, é: “…não admitam de modo algum que se envergonhem as casas dos são-tomenses!”.


Iyemanja zuda non,
Jykiti Wakongo

CANDOMBLÉ NO BRASIL

CANDOMBLÉ NO BRASIL

O Candomblé é uma religião africana que foi levada da África para o Brasil pelos escravos, e perdurou durante séculos apesar da forte e feroz opressão do branco brasileiro (colonos europeus e traficantes de seres humanos em África), que pretendia apenas fazer valer a sua cultura e os seus valores na sociedade que criara. Esta religião é muito expressiva na comunidade negra do Brasil, embora severamente censurada pelo sistema político-social do governo eurobrasileiro. Esta manifestação religiosa foi durante séculos praticada por negros às escondidas em paralelo com o catolicismo que fora importado pelos europeus da "história" malabarista, cheia de erros e versões sobre os profeta e Jesus Cristo.


É largamente conhecido pelo culto de orixás que representam uma determinada área de acção, desenvolvida em fases até se considerar competente para o sacerdócio (também conhecido como pai ou mãe de Santo) e capaz de transmitir mensagens através da alma da natureza e dos espíritos. Mas estes Santos nada têm qualquer cotejo com os que são "baptizados" e "beatificados" pelos Papas da MALDITA igreja católica. Considero as práticas de diversas religiões europeias autênticas INTRUJICES. Todas elas foram baseadas em relatos deturpados de piratas bêbados, de vigaristas, de nobres dementes, feiticeiros da corte real, e vários mitos que se propagaram à custa de sacrifícios humanos sem precedentes. No caso particular da "igreja católica", a sua implantação em muitas sociedades foi impingida sob a força de armas e linchamentos públicos, castigos arbitrários, comparticipações no extermínio de determinados grupos de seres humanos, apoio em propagandas racistas em comunidades negras, etc., perpetrados por centenas e milhares de brancos que dirigiram o destino da humanidade e detiveram o poder durante séculos, para se enriquecerem. Pelo menos, a história reza que estas barbáries tiveram o seu lugar numa época que ficou conhecida como a de inquisição.


Mas até a data a força da igreja católica ainda faz girar o mundo sem que nos dêmos por ela. Senão vejamos, qual é a instituição mais rica e poderosa do mundo? Qual é o estado mais rico do mundo e o que representa? Quantas toneladas de ouro, outras pedras preciosas, e bens materiais incalculáveis e somas gigantescas em bancos pertencentes à igreja católica? Falam em ajudar o próximo, os irmãos pobres, os doentes; têm a santa casa de misericórdia, criaram os santos, os perdões, as "confissões" (que mais não passam de centro de espionagem secreta da sociedade civil), etc., etc., etc.


No Brasil, os negros deveriam banir a ideologia religiosa introduzida à chibatada pelos colonos europeus e recuperar a sua verdadeira crença, a sua filosofia de vida ajustada ao mundo moderno, e associar ícones que se reflectem na sua identidade. Com o Candomblé, o negro, portador de energia espiritual única, se lutar para impor as suas raízes ancestrais ou parte delas, será feliz no Brasil, comparando com as dezenas de religiões e seitas criadas pelos brancos malfeitores para satisfazerem os seus interesses pessoais, em que os negros são fiéis seguidores.


A promoção e a divulgação do Candomblé como parte daquilo que pertence ao negro como filho de África, como parte integrante da cultura negra, podem ser vistas como um ponto de partida para a manifestação na sociedade brasileira (comunidade negra) em prol da definição do Homem Negro no Brasil. Somente desta forma poder-se-á conduzir à expansão de valores culturais africanos, que é um factor preponderante para que os negros se desliguem do marasmo em que se encontram mergulhados e da dependência sistemática da orientação eurobrasileira.


A partir da igreja, por causa da fé que emana no espírito humano, conseguem-se moldar almas, construindo indivíduos aparentemente cultos e ignorantes ao mesmo tempo, mas com ideias de prestar serviço ao senhor que é branco (o caso da caricata história de Galileia é um dos exemplos). Daí que os colonos e estadistas europeus fizeram e ainda fazem o uso da sua força para dominar o povo.

Não há nada como um estúpido e ignorante com fome! A sua fé consiste somente em conseguir matar a sua fome, seja por milagre de Deus ou dos homens…

Haja um Deus Negro, mas não na perspectiva do homem branco...


Iyemanja zuda non,
Jykiti Wakongo

O CONFLITO ENTRE BLOCOS EM STP

O CONFLITO ENTRE BLOCOS EM STP

Longos anos se passaram desde que, estudantes são-tomenses, assim tinham vontade (ou por indicação dos pais) de fazer a sua formação ao nível médio ou superior, se candidatavam no Ministério de Educação e Desporto, para poderem sair do país para a ex-URSS, Cuba, Alemanha - ex-RDA, países do Bloco de Leste ou Oriente, e outras potências com a implantação de uma política socialista e aspirantes ao comunismo, para além do caso de Estados apologistas de Apartheid, como o Brasil. Para diferentes destinos, foram em nome do Estado são-tomense, seja na época pós-partido único, enviados milhares de cidadãos são-tomenses, jovens estudantes ingénuos, com muitos sonhos. Muitos ainda nem haviam terminado os seus estudos liceais e tinham uma bolsa de estudo como pioneiros da revolução para o exterior. Tudo isso se passou há escassos vinte, trinta anos, sensivelmente, onde já homens e mulheres regressaram às maravilhosas ilhas de S.T.P. com a intenção de fazer valer os seus conhecimentos, porem em prática a doutrina impingida no país de formação, tal e qual um recruta treinado para a frente de combate. Porém, começaram-se a fazer sentir os reflexos de um certo dogmatismo, um estado de estagnação mental e um elevado grau de desconhecimento básico relevantes sobre as suas áreas de “especialidade”.


Tentemos justificar o facto, para o tempo do Sr. Pinto da Costa, em que os responsáveis não necessitavam de qualquer grau académico ou conhecimento adequado para dirigir uma empresa agro-pecuária, um hospital, uma escola, uma instituição de Estado, etc., devido à carência e, simultaneamente, à exigência premente na altura. Pode-se imaginar que aquilo se passou apenas naquela fase, em que havia um número insignificante de quadros, num país que acabara de nascer, em que se tinha tudo por fazer, e era urgente para um Estado virgem tomar aquele passo politicamente, todavia não foi isso que se foi constatando ao longo dos anos. Passaram-se anos, o regime do partido único teve a sua queda com o murro de Berlim, e a história começou a ser escrita de uma outra forma. O rumo dos acontecimentos revolucionou tanto o Bloco de Leste e o Ocidente, de uma maneira geral. Porém, enquanto se enviavam uns estudantes para um dado Bloco, outros, embora em menor número, eram enviados para um outro Bloco (Ocidente, com uma política fascista ou democracia liberal).


Após a emigração em massa de recentes “quadros formados”, vindos de diversos pontos do Globo, os conflitos de interesse verificaram-se, e a partir daí começaram a existir indefinições conceituais e indecisões em tomar partido da cor política e corrente ideológica que se movia nas mentes desses jovens promíscuos. Ingénuos, centenas desses jovens foram se integrando em fileiras partidárias as quais desconheciam os ideais defendidos. Com o passar do tempo, o que lhes era estranho torna-se familiar e, para se acomodarem nos seus tão almejados cargos de destaque, vão sucumbindo aos caprichos de membros influentes das cores que militavam e que têm salvaguardado o seu posto de trabalho. A prova disso foi o número de partidos políticos que S.T.P. viu nos últimos tempos, para um país com apenas cento e cinquenta mil habitantes!


É bom que não nos esqueçamos de que, tal como enviavam para o Bloco aspirante comunista, foram igualmente enviados jovens para formarem em territórios que defendiam um regime oposto, militado por países “pseudo-Ocidentais”, principalmente para França, EUA, Portugal, etc., e outras escolas que pregavam outro tipo de ideologias adversas aos que aprendiam os seus irmãos que se encontravam no outro lado da trincheira - Bloco comunista. Não foi necessário esperar-se por muitos anos, para se notarem diferenças e choques de ideias e de concepções normativas da sociedade que nunca se enquadravam ou coadunavam com o pensamento africano, especialmente a realidade cultural são-tomense. O mais caricato no seio de toda esta controvérsia é que se foi deparando com jovens que, outrora inteligentes e distintos estudantes, provenientes de “prestigiadas” universidades do Bloco socialista, não possuíam a mínima capacidade de exercício mental e intelectual que se exige a um técnico com a licença de que era portador. Tem-se verificado que muitos deles, que inicialmente iam leccionar nos ensinos básicos e pré-universitários, antes de conseguir uma colocação como quadro efectivo (numa suposta área de trabalho – “Projectos” em Ministérios), não reuniam competências básicas para serem considerados licenciados. Nas direcções ministeriais ou em direcções de serviço de implementação de projectos de interesse do Estado, quando chamados revelavam enormes incapacidades técnicas e não conseguiam fazer melhor do que um aluno do primeiro ano universitário, em universidades reconhecidas internacionalmente. Pequenos relatórios técnicos ainda são feitos com imensos erros, inviabilizando muitas vezes a aprovação por parte de instituições cooperantes, e outras de natureza político-económica mundial, como o Banco Internacional. Por vezes, o governo é aconselhado pelos doutores europeus ou norte-americanos a contratar técnicos estrangeiros ao preço de ouro, para solucionar pequenas falhas e erros de operação.


Vemos os “trabalhos” vergonhosos, inqualificáveis, publicados em sítios digitais de S.T.P., com assinatura de economistas, engenheiros, médicos, jornalistas, mestres, etc., que tiram todo o mérito aos que realmente possuem esse estatuto. Com a criação de universidades em S.T.P., seriam exigidas contratações de quadros preciosos com nível superior, nessa fase de desenvolvimento do sector educativo, mas como podem imaginar, os mesmos senhores que não tiveram sucessos em provas prestadas em provas de alto nível, no estrangeiro, e outros sem qualificação básica necessária para integrarem a equipa de docentes, é que se encontram actualmente em exercício nas mesmas instituições de ensino, infelizmente. O que se pode esperar de um sistema de ensino de incompetentes? Um país incompetente, sem crédito e um sistema que conduz a um aumento de número de “profissionais” ignorantes e incompetentes, que se julgam ter apreendido algo, comparados com os seus homólogos em outras universidades. Muitos daqueles “docentes” nem podem se atrever a passar por uma avaliação pedagógica em universidade de Oxford, de Cambridge ou mesmo portuguesa (a não ser aquelas privadas onde haja corrupção). O que se manifesta claramente com as incessantes mudanças de governos num escasso espaço de tempo, motivadas por frequentes crispações internas num "partido-pai". Alerto para o facto de não querer com isso rotular todos os jovens quadros de paralogismo.


Muito se tem discutido acerca de recém-formados provenientes do Brasil, de Cuba, da ex-URSS, do Bloco de Leste, que nem parecem ter passado por testes com um elevado grau de exigência mental e conhecimento profundo sobre o mundo que os rodeia. Mas a verdade é que se pode provar que não estão habilitados com conhecimento que afirmam possuir. Para terminar e tentando ser menos influente na opinião que tenho sobre os jovens formados nas duas vertentes políticas, coloco-vos algumas questões.

- Será que os jovens que foram enviados para países com a onda revolucionária do comunismo possuem um conhecimento equiparado aos que formaram, por exemplo, em França, Reino Unido, EUA, Espanha ou Portugal?

- E o que acham das universidades instituídas em STP? Será que não precisamos de uma universidade onde possamos formar quadros qualificados e reconhecidos internacionalmente, onde pode haver intercâmbio de estudantes de todo o Globo?

El-A., Mars 7
Jykiti Wakongo

A Sociedade Juvenil São-Tomense

A Sociedade Juvenil São-Tomense

O facto de estarmos actualmente a viver uma fase em que existe uma forte propagação e um acesso bastante grande à informação, as sociedades em todo o mundo têm-se transformado numa comunidade pequena, onde cada membro dessa comunidade desempenha um papel preponderante na vida social do outro, a distâncias extremamente grandes, trocando ideias, experiências, conhecimentos, etc. Apesar dessa proximidade e da fácil acessibilidade a todo o tipo de informação, os jovens têm demonstrado enormes dificuldades em lidar com vários aspectos inerentes à vida dos cidadãos numa sociedade. Nota-se que, cada vez mais, por factores de ordem diversa, os jovens negligenciam a sua identidade, ficam alheios às questões que primem com a sua afirmação no meio sociocultural.

A juventude como base que suporta qualquer sociedade constitui um grupo social bastante importante, do qual depende toda a estrutura económica, política e social de qualquer país. Por isso, esse grupo composto por jovens, que contribuirá para a dar continuidade a políticas sociais e construção de modelo de sociedade para o futuro, deveria acompanhar mais de perto os problemas existentes na nossa sociedade e discutir as estratégias que são definidas pelas autoridades governamentais, para que se possa orientar da melhor forma o destino de milhares de cidadãos são-tomenses. A ausência de uma participação activa dessa camada da população civil nos aspectos prementes da nossa sociedade tem sido muito prejudicial para os nossos jovens de hoje. A falta de definição de valores culturais, hábitos e costumes, de afirmação social, de orgulho nacional, cedendo às influências de culturas estrangeiras, tem empobrecido a cultura intelectual dos que deveriam lutar pela manutenção da coisa que é sua e foi dos seus antepassados, evitando a colonização ou neo-colonização voluntária, o que torna a nova geração uma Geração Perdida. Há que se direccionar os jovens a desenvolver e promover discussões e reflexões acerca das causas que estão subjacentes ao facto de se verificarem fortes negligências em algo que lhes diz respeito. Portanto, trata-se de uma questão que requer uma atenção especial por parte dos responsáveis, que somos todos nós, no sentido de assumir uma posição mais linear na preservação e na difusão às gerações vindouras, daquilo que nos caracteriza como gente, pessoas de tradições virtuosas, dignas de respeito e zelosas de seus valores.


No que concerne às directrizes a seguir, isso será algo a ser delineado pelo grupo social, segundo as características e os padrões culturais em que esse grupo se encontra inserido. As preocupações e os anseios dos jovens podem ser ouvidos e resolvidos perante uma união estruturada e bem organizada de membros da comunidade com capacidade de intervenção e actuação, recorrendo-se às ferramentas de associativismo e outros meios de busca de caminhos para a procura de respostas aos mesmos, respeitando as normas e regulamentos de que fazem parte a nossa constituição. Quanto às metas a atingir, de uma forma muito resumida, pode-se afirmar que são: a mobilização dos jovens no sentido de os motivarem a aderirem a movimentos sociais e culturais que manifestem e promovam actividades culturais do nosso país, para que estes encontrem uma ligação fraternal e harmoniosa com o que os identifica como cidadãos são-tomenses; dar uma maior abertura para escutar quais os objectivos dos jovens e dinamizar o diálogo e trocas de experiências entre as demais camadas etárias da nossa sociedade; contribuir para o encontro do que se entende por afirmação de um cidadão (especialmente, numa fase bastante importante da vida de um indivíduo, i.e., quando se atinge a maioridade) numa sociedade, a descoberta de uma identidade que desconhecia.


Os obstáculos para almejar as aspirações com os quais sonham centenas e milhares de jovens em São Tomé e Príncipe, devido aos diversos factores alheios à sua vontade, são muitos. Mas todos sabemos que não devemos cruzar os braços e deixar que alguém resolva os nossos problemas por nós! Os problemas patentes na vida dos jovens como os de desemprego, educação, miséria, habitação, pobreza, salubridade, saúde, alcoolismo, abandono familiar, subnutrição, etc., têm perseguido o quotidiano dos mais fracos e desfavorecidos dentro da nossa população, mas nem por isso nos devemos deixar abater por eles. Temos que perspectivar novas medidas robustas de combate a esses males que afligem teimosamente a sociedade são-tomense, porém, não devem ser definidas ao prazer de uns e outros que pretendem atingir propósitos pessoais, procura de alcance de prestígio do seu nome pessoal, em nome da sua acção “humilde”.


A utilização de meios de comunicação, nomeadamente a Internet, a imprensa digital ou o correio electrónico, que fazem parte das novas tecnologias, no processo de informação e divulgação de assuntos relacionados com questões da actualidade e anseios com que deparam constantemente os nossos jovens infelizes, proporciona uma maior viabilidade nos contactos e permite um intercâmbio com uma maior abrangência no grupo alvo. Não obstante, não se pretende com isso, que os visados não tomem iniciativa quanto à procura de formas de demonstrar o seu descontentamento em relação ao programa de ensino, que não transmite nem incute valores nacionais; na forma como se planeia o desenvolvimento de prática desportiva nas escolas; manifestando perante o não reconhecimento de acções por eles levadas a cabo, especialmente de carácter cultural; acerca da desvalorização dos interesses dos jovens por parte de autoridades competentes, que não lhes ouvem com a atenção que merecem. Trata-se mais de um direito democrático, um apelo a uma liberdade de transmissão de ideias ou informações que beneficiem um grupo integrante da sociedade civil e não de uma revolução social. Neste contexto, fica um convite a toda a camada jovem da nossa sociedade para que abram a sua mente e tenham coragem de se afirmar, de modo que não sejam esquecidos e corram o risco de serem rotulados de “Geração Perdida”.

Dra. Belinda Wakongo
14/12/2007

Saturday, March 01, 2008

NOFOKNG AFLIKA

NOFOKNG AFLIKA – Nen Ome FOlo Kontledo NGandu (*) ni AFLIKA

Xi non te kwa di fla di AFLIKA (TELA PLETU) ku sa TELA ku toka pletu ku nen nge ku ka-manda ni TELA PLETU, non ka-po fla kuma TELA se na saji non fa! Kolonba so ka-xina non tudu kwa bila lentla TELA ku pingada manda non fe kwaxi ku nen mese. Y ola demanda (ku nen me ka-kya pa pletu kontle pletu) ka-da son ku pletu ka-sa ka-da manu de ku bala a ka-klaga tudu kwa ku a be ku e, tudu LIKEZA ku a ka-po klaga di bende, ante kwa ku a fada ku saji non be ku e TELA dinen.

Nen NGANDU (nge ku sa PODE y ixi ku tava nala za) ku ska-manda, mulatu ku pletu, nna ska-mese sebe di povo fa. Kwa di papelu pa a xa jibela tan so a mese xina djandjan. A ka-ngana povo ku plomesa di xtlada, di landja xtluvisu da nen pe ku men non, fe xkola ku livlu, ku kadela ku meza ku ke-banyu, nge di xina kwa ku toka nge di TELA NON, fe xipitali pe dottolo ku mindjan di kula dwentxi. Tudu kwa TELA PLETU ka-ko kwa ku non na sebe vive fa; ku non na sebe fe nadaxi fa y ne mwala ku pletu ka-sa ku e ni ke sela kolonba so ka-fla xi pletu ka-po dumini mwala, ke dja y xi e ka-po o e na ka-po te mina montxi fa, punda pletu na sebe fa (a ka-da mwala bega tan pa e pali mo kaso o latu, sososo sela non gwada kolonba bi pya xi non sebe fe kwa o).


Kolonba ka-fe kwa de ni TELA de, pletu fyadu ka-sende mon se vlegonya piji kolonba kwa. A ka-ko nge ku ka-vive ni mixidaji, maji xi a pya gletu a ka-be kuma kwa sa NGANDU ku futa vapo kakai, djelu povo, loso ku sukli ku fanya di fe kume da nen anzu ku sa ke pobli ka-pasa mali, so ska-fe kwase. Nen mina se ka-flima ku leva ni kloson, punda pe ku men nen na dinen kwa ku toka fa y a ka-bila nglatu, nge se xintxidu ni vida, se kwa ni kabesa y tudu kwa ku nen maxibin ka-pensa sa pa a be djelu di kopla unwa seleveja, kume di pe meza tan y xi a be modu a ka-bluguna ba TELA pa a ba golo di bila “liku”. Punda kwa ku a xina inen sa TELA NON sa mali y sela a fe pa a xe, lega amole ku a te nay.

Xi non kole kabesa pensa ni kwa ku nen NGANDU fe jina tenpu di pe non y yo di pletu ku sa PODE en ni AFLIKA sa nen ka-fla kuma a ta matu ka-luta pa a “tom” TELA PLETU ni mon kolonba y POVO me na sebe kwa ku nen pasa fa. Sososo tudu pletu ta ka-be inen mo nge ku te kabesa, pletu blabu ku fe non sa ni paji, nge ku mese luge ku e sa ne tasondu, nge ku ka-po fla ni nomi di POVO.


Myonle sa punda inen elemanda ku non te pletu ka-manda ni AFLIKA ku te djelu y e na ska-mese djelu maxi di futa povo fa. Akese kuma kolonba soku fe tudu kwa da nen blutu se y ne kwa di guvenu di zuxi, di xina, ku otlo-otlo kwa tem. Ante ubwa di TELA NON sa kolonba soku fee, a tason da tudu xitu nomi ku bwadinen, pe mlakason ni xitu ku kabesa manda so, golo demanda ku otlo pletu vijan. Punda TELA dinen kolonba sa ku meka di kamya ku toka kada nge y a na ka-po buli ku e fa, axi fa demanda ka-da son. Maji ni AFLIKA, kwa ku tava ku ubwa jina tenpu di nen nge tamen, nen kolonba txila buta, kota-kota, patxi dinen ola atava nala ka-manda, soku ola “axe”, a musa nen NGANDU se ku gabon ke kamya ku toka kada nge. Soku myonle e te TELA k usa ni demanda antawo plovya di kwa mali ku nen kolonba fika pe ay. Kwa nen ta mese me sa pa a kya kwa pa non sa ni demanda so, anu lentla anu, pa non ka-sa ka-kupa ku ubwa ku kwa di pe bega tan, pa ni omme di kwase pa nen ka-sa ka-nganya djelu nen ku non, ka-kya kwa nen pa a vive bwaso y non ka-sa non ka-vive mo makaku ni liba di po.

Xi a te we a ka-be kuma yo pletu te nomi di kolonba, maji a na ka-be kolonba ku nomi di pletu di AFLIKA fa. Zo maxi pyolo, ne Mugabi se, Kabral, Mondlani, Pintu, Samora, Lumunba, Mobutu, Neto, ku otlo-otlo gabon, na sebe kwa ku a tava ka-fe da inen. Ante oze a na sebe kenge xi ku fe kwa fa, pa nen sa we TELA PLETU o kwa k usa xkelidu di fla da povo. A ta ka-kunda kuma nen so txila kwa ni kabesa nen o. Kwa tava ka-ko kwa ku nen nge se ku ka-bili boka fla di kwa di TELA PLETU, ku tava ni PODE sa nge ku fe kwa muntu. Kwa sa axi, ola se apega inen maxibin, mo a ka-pega mina pikina txoko ni kinte be ku e otlo xitu pa e ba xina fisu, xa nen kwa di pulitika ni lwngua ku a na tava ka-tende me fa, zo a ka-fla kuma a tende y a sebe kwa ku a fe. So nen gabon se ku a be ni TELA kolonba ka-xtuda soku a xtlivi ku inen di fe kwa di pulitika di Ale di kolonba tan, sebe di nogoxo dinen so.


Nen NGANDU ku fla kuma nen “tom” TELA ni mon kolonba pa a tanda povo, a ngana kabesa nen y maxi-maxi kabesa POVO. Punda ola nen kolonba bluguna ba TELA ku tokinen, nen NGANDU se bende yo dinen manu non, zo bila bende TELA ku toka non, lenda plesu di kitxiba, da nen nge se ku a fla kuma a tava numigu non. Ni we POVO nen NGANDU se mufinu tava ka-volo kolonba, ka-da mali nen punda sufli ku povo sofli ni mon nen, y plovya dinen paji ku lentla AFLIKA. Maji ni tlaxi, nge ku nen tava ka-tason ni meza pa a fe "nogoxo" di patxi LIKEZA POVO sa kolonba. Yo dinen gabon tanda LIKEZA non pa a kopla pingada pa a da manu non ku bala, punda kolonba tava ka-mese bende pingada dinen tan o. Non soku fika ka-ximya kwa mata nge ni son ni luge di koko, mim, loso ku tumatu. Nen kolonba ku sa blabu pe non ka-mata non me y nen ka-bila maxi liku so. Gabon ku tava ni PODE ta ka-txila patxi de ka-be ku e TELA kolonba, zo POVO so ta ka-pasa mixidaji, bila de pobli. Oze kwa ku sa supe di AFLIKA tan sa kwase.

Nge ku te we ni tesa ka-be kuma e na te folo fa, e na te gabon fa, tudaxi ku fla kuma a faji fe pa a kaba ku pulitika di kolonba ni AFLIKA a mintxila. Nadaxi so! Ante oze a na sebe kwa ku a ska-fe fa! A ka-sa ka-txila kwa ni papelu ku kolonba fe da TELA de ka-fe ni AFLIKA. Zo a tava ka-fla di pulitika, di kwa ku a fe di txila TELA PLETU ni mon kolonba, maji tudu nen maxibin se, NGANDU, gabon, tom mina mwala kolonba. A fla kuma a ska-txila numigu ni kinte, maji nen manu di mwala ku nen ka-sa ku e ni koboke tava TELA PLETU ka-mata mina di AFLIKA, ka-futa LIKEZA ku toka non pletu manda ba TELA di pe dinen. Zo andeji me sa nen pletu se so xa banku di kolonba ku LIKEZA di AFLIKA. Yo di vapo ku tava ka-mundja ni AFLIKA tava (maji oze antawo e ka-sa) ka-xe xadu, klagadu ku LIKEZA ku ka-ba bila nen nge se maxi liku y non maxi pobli.


A na ka-po fla kuma a ta ka-da vida ku sangi plovya di AFLIKA, punda a tava ka-fe nogoxo di pingada ku TELA NON. Y maxi pligu antawo, ku a na ka-kele ninen fa, sa a ta ka-dumini ku numigu ni kama, te mina ku nge ku a tava ka-sama numigu. A ta ka-ba paxa y vive me ni TELA di kolonba, tlega mina nen tanda kolonba ku ope ni son. Yo dinen pletu ku sa PODE en ni AFLIKA ka-futa djelu ku toka povo ba pe ni banku ni TELA kolonba pa inen mina ku mwala vajin ba vive mo soba. A ka-sa TELA kolonba ka-legela ku djelu povo, zo a ka-sa ka-da mali nge pletu.

Ola a ka-da djelu se ni uku bluguna ba TELA kolonba, a ka-xina nen anzu nen kuma pletu na bwa fa, punda pletu na mese pa nen vive nala fa, punda nen ta mese fe kwa di zuda povo day, a ta ku kwa ni kabesa pa a lanta TELA, txile ni mixidaji, maji nglatu di pletu kole ku inen ni pode soko manda. Zo nen maxibin se k usa mina vajin se dinen NGANDU ka-komesa ka-kontle manu nen pletu ku sa nglentu koboke, ixi ku ka-bi fo AFLIKA, tudu kaxta pletu ku ka-plase a ka-zeta, kole ba klaga unwa kolonba blutu se plosede pa a pe ni ke y pa a sa ka-musa pletu.


A ka-be nen pletu se nglatu ku bega godo ni TELA kolonba ku odjo di kloson, ka-konde ola a ka-be nge ke ku sa pletu mo dinen. A ka-golo di fe migu ku kolonba ante ola ku a ka-zetinen soku a ka-ba lele pletu. Yo dinen nglantu se mufinu, mo nen mina mwala ku ka-ba TELA kolonba pikina o nanse nala ku kala mo vajin, ka-ko fitxiselu, bosali, ka-mese fe tudu kwa mo kolonba. Fla ni boka ka-xa sun! Nen kwase na ka-ko kwa ku inen nge se tava ku donu ni TELA PLETU, pletu mo dinen ku golo kwa pa inen bila nge ku a sa oze fa. E ka-da sun leva pasa!

Zo xi a fla kwa bwadu di TELA se, kamya ku nen xe kole de, a ka-fla kuma a sa dala. A ka-be pletu ku kolonba ka-fla lwngua kolonba (putugeji ngleji, flanseji, xpanyol) ni boka, mo nge ku na bi fo AFLIKA fa. Xi a fla kuma "TELA nen" te LIKEZA montxi, a ka-mete boka ni klonvesa fla kuma a vive nala yo danu, a nanse nala, a sa dala, a mese ba ala punda a te yo migu k unge ke nala. A ka-be kolonba blanku fenene ka-fla kuma e sa "mina di Ngola", mina di AFLIKA ten. A na ka-te vlegonya fa, punda kwa ku a ka-gogo ku e tan sa djelu. Xi djelu sen, a sa ala o! Xi a be modu di txila djelu ni mon di manu nen ku leda LIKEZA ku inen a na ka-pota fa, a ka-klage klopo ku alima be dinen y a na ka-bila sebe ke kamya ku nen sa ne fa.


Oze a ka-be nen NGANDU se pletu ku nen mina nen ni poson di TELA kolonba ka-paxa ku poji, ka-nda ni nen vende se di lwa, di nge pobli, ka-kopla kwa mo ome xinboto. A ka-sa ku bega nglandji mo ola kolonba tava ni TELA PLETU ni fazenda. A ka-be kala nen NGANDU se ka-ko fitxiselu o bluku ku fe mindjan ni matu pa kula we xa y fe “nogoxo” ku djabu pa a po bila liku. Ola a ka-mole, mo tudu djelu ku a futa non ka-sa gwadadu ni ke di kolonba ku sa "migu" nen (maji mo a ka-fee ni xtlegedu), e ka-fika da nen kolonba se. A ka-futa djelu nay ni AFLIKA be ku e TELA kolonba, pe ni unwa ke – ku a ka-sama banku – pa a ka-sa ka-kopla kwa ku te yo plesu pa a bi musa nge nay kuma a te PODE; kuma a ka-po kopla NGE; y kuma a kapo kopla tudu kwa ku sen ni MUNDU se. Maji a kese kuma oze a ka-po kopla yo kwa, ante ZUXI, maji a na ka-po kopla XINTXIDU ku sa ni POVO fa; y a na ka-po kopla VIDA nen fa, punda ola djabu ka-sama inen ba NFENU, a na te modu di kole fa, sela a be me.

Maji mo kwa na ka-be so fa, tudu kwa te ola de. Onte, kolonba so tava ni TELA PLETU ka-da povo sotxi ni kadela, ka-bende non da otlo nge pa a ba tlaba da inen, ka-va nen sange kadela ka-pe anzu "mulatu" ni son se da nomi. Oze, sa nen NGANDU se ku “tom” PODE ni mon di nen kolonba, “ka-ba” ku kapataji ni matu, “ka-ba” ku mendu gabon ni xtlada notxi, soku say ka-kume non ubwe ku “po”. Oze antawo, yo di mina fika se pe ku pe dinen; yo dinen sa dwentxi ka-mole; yo di maxibin ku fosa di tlaba fika se unwa o do-dosu ope; zo e te ku fika se mon se ope plovya di mindjan ku nen NGANDU PLETU kopla ni mon kolonba ximya pe son pa a mata POVO. Yo dinen pingada se sa son TELA PLETU antawo ska-mata POVO. A "tom" TELA maji a na ximya kwa kume da POVO fa. Kwa mata nge so sa son en ni son di AFLIKA. Amanya, xi kwa ba we y xi non bila luta ku npenyu pa non txila nen NGANDU se ni PODE, POVO di AFLIKA ka-po bila te TELA de ku toke.


Tudu nen kwase ka-da dolo! Antawo, POVO ska-padise ku fomi ni bega plovya di sentensa ku sa ni kabesa dinen "nge godo". A na te kwa ni kabesa fa, kwa a mese tan sa pa a subli ba liba po mo nganya pa a po kanta. Jina a xiga PODE se ku a na ka-be kwaxi ku a ska-fe fa. A ka-nda ba liba ba basu ka-dukunu LIKEZA POVO tan, ka-da mina bega, anzu antawo; klaga vajin ni karu di guvenu pa a ba va kadela so, klaga dwentxi be ku e koboke, ne mina ku a te ni kinte a na ka-sebe kwaxi ku nen ka-fe xina plaman ka-bili ante notxi ka-kubli. Ola a ka-ba di sebe di djelu ku a ka-ba nganya ni “nogoxo” ku a xina, a ka-nda tlaxi nen boka-awa se ante notxi ka-kubli. Nen mwala ku nen mina mwala nen tem ka-sa ka-va kadela ten mo dodo. Tudu nen ka-xiga ke kansadu ku sono mo nge ku tlaba muntu. E sa xtluvisu!!

AFLIKA, TELA NON, bila de wixiwaxa so!

Mina TELA PLETU mese kole tlaxi gabon, kolonba, mulatu, blutu se plosede tan, ku dwentxi ni ubwe. Nen mwala ku ba xkola ten ku ka-nda, DESU so sebe, vungunu-vangana, ka-dumini nay koda nala, ka-lentla unwa potto ka-xe ni otlo mo vajin. A ka-tason ni kwatu di xtluvisu pa a ba tlaba, maji kwa ku sa nen kabesa sa po tan. A ka-sa ka-kole kabesa pa abe xi a ka-be pinby so. A na sebe fe kwa ku a ba xina ni TELA (xkola ku a tava ne ka fe kursu) fa! Kwa ku nen bosali plejida se ku ka-ba PODE sebe fe tan sa dumini ome.


Ni koboke, mina pikina na ka-sebe kenge ku e sa fa! E na ka-te men ne pe ni ke fa. E te yo dinen ku ka-sa koboke di dona dinen jina men nen pali nen zeta da dona. A na ka-be kala di ome (pe dinen) ku toka sa zuntu dinen maxibin se, ku ka-bi bila ome tamen. Maxi montxi dinen na ka-te pe fa, y e te ku na ka-te ne men fa, punda modu ku TELA bila. TELA PLETU sa de danadu koto-koto. Xi DESU na lentla ni omme fa, non na sebe ke kamya ku non ka-be fa!

Kwa ku apo te disetu sa klupadu di tudu nen kwase ku ska-pasa sa nen NGANDU ku “tom” TELA NON tanda kolonba pa nen manda ne. Kolonba ka-sa ni TELA nen ka-manda ni nen NGANDU nay o. Non say ku PODE sa ni mon di kolonba antawo y pletu so ska-fe zopo de nay. Punda nge mo FDIKI, PINTU, TLOVWADA, ku otlo-otlo pletu ku sa PODE ni SANTOME ku IE ku otlo TELA di AFLIKA, na sebe fe nadaxi fa. Sososo a sebe za kuma xi a na fada inen nadaxi fa, kada nge ka-fe kwa ku bwade so y maxi-montxi dinen sa nen nge se ku a ka-sama di "nge godo". Nen na ka-kuji mali ku a ka-fe fa.


Zo e te otlo kwa ten ku nmese fla dinen “nge godo”. Ola a ka-dwentxi, xipitali non na ka-kula inen fa (nayen a ka-bluguna ba Putuga), xkola di xina sela ise ku kolonba ka-pe nen mina nen ne (nayen kwa sa IDF - xkola ku te nen nge ku ka-kontle pletu, ku te odjo ni SANTOME)! Ola a ka-mese kopla lopa o kwa floga da anzu nen, a ka-pega avyon be ante NFENU di TELA kolonba pa aba kople, punda nay non na tee fa! Y yo dinen gabon se ku sen myonle ni AFLIKA ka-fe kwase ten, pa nna fla tudaxi fa. A ka-pensa ni inen so. E te dinen ku ola ku a ka-da djelu se nuku ni AFLIKA bluguna ba TELA kolonba, a ka-pe ope nala tan so, a ka-bili boka da kolonba volo AFLIKA ku kya inen, laza plaga da non ku fika nay, piji DESU o Djabu pa xi nen ka-be modu, pa vonte ku sa nen ni kloson, pa a ka-da AFLIKA se fogo ku TUDU KWA ku sa ne.


Nkonveta zentxi se! Djabu ka-levinen!
Unwa dja me, xi DESU zuda non, kwa tlubuladu ka-xe ni OSE kye ni omme di vida nen djabu se, pa a po ba lele “nge” xi ku toka inen, desa POVO non ku TELA ku toka non ni paji ku sosegu.

Tenpu, ola nen donu di pe non ta ka-vive nay, ku kolonba na ta xiga antawo fa, nen tava ka-vive bwaso! Vida nen ta ka-kole gletu y tudu maxkalenxa ku lentla TELA NON na tava sen fa.

TELA PLETU, AFLIKA, tava de glavi ku yo kwa kume, kani, pixi, bana, fluta y a na ta ka-tende kwa ku a ka-tende myonle en fa. Zalima nen donu se tudaxi toka bi lele non en, pa azuda txila non di NFENU di vida se ku non sa ne.

Ola DJA SE ka-xiga soku non ka-po fla, WOLA WO!!

Inen mina ku inen mosu, DESU manse non!

Jykiti Wakongo
El Azizia, Feb. 28

(*): NGANDU – nge godo ku ska-manda ni TelaNon y ixi ku manda ten za.

Monday, February 04, 2008

KABUDJU

KABUDJU

Para os naturais das ilhas de S. Tomé e Príncipe, falar-se de kavede (kabudju) não é novidade nenhuma. Lembram-se de vizinhos (nha kumpadri - konpa mu, em foro) bastante amigos da horta, do campo, do milho, da mandioca; do Nho Toni, do migu Djon e de Nha Maria. O que muitos foros não sabem é que cabo verde, sendo um país sem chuva e bastante pobre, não obstante com maior índice de desenvolvimento económico do que S. Tomé e Príncipe, deve-se à sua composição por descendentes de europeus que são fruto de sistemáticas violações perpetradas por ex-colonos brancos, possuindo características que se assemelham com a pele clara ou desbotada. Não tirando, por isso, o facto do nosso país poder mover-se pelos seus próprios pés, devido à sua condição de pluviosidade bastante favorável. Os sanpadjuds e os badius, conforme são tratados de forma racista os naturais de ilhas do barlavento e sotavento, respectivamente, têm feito todo o esforço para se afastarem da Mãe-África, para se integrarem na comunidade de europeus. Por não serem estúpidos, poderiam aproveitar a forte paixão que nutrem os europeus pelos mulatos, seus descendentes bastardos abandonados por terras de África. A propósito, gostaria de relatar um pouco da história desses descendentes de europeus, que se orgulham tanto das suas origens (acidental e bastarda).

Na sua maioria, os mestiços são crias de presos políticos criminosos, assaltantes, assassinos e piratas condenados, renegados e execrados às ilhas de cabo verde. Muitos desses criminosos criaram nos seus descendentes um instinto selvagem que perdura há vários séculos, rotulando os kabudjus como "nhos libra", que por tudo e por nada se desferiam golpes fatais de faca em outros seres humanos, mesmo sendo seus familiares e amigos. Pode-se ver que em S. Tomé e Príncipe, as moças "mina kavede" são “lololapi” (vajins ou kabras), abandonam a escola muito precocemente, e acabam grávidas ainda sem idade média para se tornarem mães. O mesmo se passa com os rapazes que vão bastante cedo para o campo de cana de açúcar, passando o tempo a fabricar a maldita aguardente (grog - pontxi), vulgo caxaranba.

Por causa da sua origem bastarda (resultante da fusão caucasiana e negra - pretexto que serve de desculpa para se considerarem não-africanos) e da coloração safada, carcaçada e características próximas da de europeus, os kabudjus são bastante preferidos e concorridos para o processo de adopção, na Europa, pelos europeus inférteis, chegando mesmo a dirigirem-se até cabo verde, rejeitando propostas de crianças negras "achocolatadas" que procuram afecto e amor, em centros de acolhimento de países onde se encontram. Esses aspirantes a "pais" afirmam não serem racistas para com os africanos, mas na hora de demonstrarem o seu sentimento mais profundo, aí verifica-se neles um pavor enorme pela cor "escura". Porém, o seu amor que deveria ser genuíno e indiferente para com uma criança, independemente da coloração da sua pele, lamentavelmente, não o é!


Deveriam ver o comportamento de milhares de descendentes de cabo-verdianos nos bairros sociais da Europa e EUA. Imitando os negros norte-americanos, fogem da escola, juntam-se em grupos de miúdos vagabundos, vândalos e deambulam pelos transportes públicos e hipermercados, formando gangues armados, vestindo de forma "rasta", armados com armas e facas, cometendo assaltos, sujando paredes e vandalizando o património das cidades que os acolheram. Tentando miseravelmente ser cantor de rap, tendo com ídolos os cantores negros da América que, sempre viveram com violência, criminalidade e drogas, compõem letras violentas, obscenas e imorais para adolescentes, jovens, bem como para a sociedade em geral. As letras desses ditos rappers como o 50 cent, que rimam a morte, insultos ofensivos, ameaças com armas brancas e de fogo, mostram imagens de vadias nuas, extorsão, saques, luxúria, desafios de grupos rivais com versos de "limpar o sebo ou enfiar a bala nesse cu negro" ao mano "black" é que servem de exemplo (ver o link de letras dessas rimas em: http://letras.terra.com.br/50-cent/) para os jovens que não encontram valores na sociedade a que pertencem. As moças e os maxibins são-tomenses, que também se encontram à deriva, abraçam com toda a força a mudança e a influência do que para eles é a moda. Vamos liberalizar o sexo, a cultura, a tradição, porque senão estaremos a ficar "atrasados", portanto, por esse motivo, deixam de "evoluir" e ser "angolares" e "passam a ser" cidadãos do mundo, segundo as Leis Federais dos EUA e do Ocidente. Os jovens foros não querem falar a língua – mãe, não ouvem as músicas de S. Tomé e Príncipe, porque não são velhos. E, como toda a "gente" ouve hip-hop, kizonba, zouk, por que eu, foro (...que não sou "angolar" - atrasado, vou ouvir? Seria estúpido, não!

Tenho visto videoclips "made in S.T.P." com “foros” (é mais algo parecido com gabão) a cantarolar ridiculamente em "crioulo cabo-verdiano". Pareciam doidos varridos em pleno ritual satânico, a berrarem como um burro sem orelhas... Esses insanos ingratos que se parecem com NGANDUS mufinos, deveriam levar 100 chibatadas de chicote de pau-de-grão e levados para a escola para aprenderem alguma coisa útil. Têm que se decidir se são foros ou se são cabo-verdianos. Temos o K. Mendes, A. Dias e C. Domingos que têm a origem kabudju, e a estes não poderemos contrariar as suas tendências culturais, embora pouco ortodoxas para actuarem em solo são-tomense. Por outro lado, muitos desses sons e ritmos que não se adequam e não são tradicionais do foro fazem ferir os ouvidos, e até apetece desligar o rádio quando se ouvem cantorias de são-tomense num vergonhoso e "ranhoso crioulo de cabo verde".


Quando se colocam questões acerca desse comportamento decadente e, por vezes até, xenófobo e racista, por não se predisporem a se juntarem com foros ou angolares, negros, falam da falta de apoio por parte do governo são-tomense. Mas se a memória não lhes for tão curta, podem ver que o estado sempre favoreceu esses descendentes de capatazes que, tendo encontrado uma oportunidade tão grande (única no mundo) nas roças de S. Tomé, entrando nas matas e cortando árvores, colhendo os bens que pertenciam a todos para o seu sustento, de forma gratuita. Para além disso, milhares apoderaram-se de terras que cultivavam sem pagarem qualquer imposto ao Estado, mesmo assim não souberam aproveitar a "mama".

Falam da identidade cabo-verdiana em S. Tomé e Príncipe e que ao mesmo tempo são de cabo verde. Até um alto dirigente daquele país se imiscuiu em assuntos da Nação são-tomense, proferindo declarações doentias que denegriram a imagem do governo e do povo são-tomense, quando lamentava o sofrimento de seus filhos em terras de S. Tomé. Afirmando que esses descendentes cabo-verdianos, naturais de S. Tomé e Príncipe, mereciam ser tratados dignamente, como se fossem maltratados pelos foros. Muitos desses malditos de duas faces, que têm poder e estão numa posição social mais vantajosa não reclamam nada. Esses sim, são cidadãos são-tomenses com os olhos postos no petróleo, nas riquezas das ilhas maravilhosas do equador. Portanto, vivem bem e levam uma vida regalada, como se não fossem descendentes de povos estrangeiros, levados como escravos para prestarem serviço como serviçais no regime fascista colonial português. Têm todos os melhores direitos que os pobres nativos são-tomenses (foros), chegando mesmo a existir alguns elementos de origem cabo-verdiana e tonga, a ocupar lugares de relevo no governo e cenas políticas do nosso país. Não sei por que razão, os dirigentes kabudjus não vão à Europa (periferia de cidades holandesas, espanholas, portuguesas, francesas, britânicas, etc.), América, Canadá e outras paragens, por onde andam como piolhos, exigir o melhor tratamento dos filhos da sua terra querida.

Acho que foi um abuso de confiança, a atitude mesquinha e ousada desses políticos cabo-verdianos. Na minha óptica, julgo que a solução seria simples para pôr fim ao sofrimento dos seus bastardos. Pegava em navios, aviões usados pelos colonos que os trouxeram para S. Tomé, enchiam-lhes em contentores e repatriava-os de volta a "Nha Terra Sabi". Uma terra amada, querida, sabi, em que todos os seus filhos tentam sair e permanecer longe o mais que podem, seja em África, na América ou na Europa. A fama de descendentes de kabudju é bem conhecida como a de "cirigaitas" brasileiras pelo velho continente fora, tratando-se de assunto de “PUTARIA”, criminalidade, adultério, imoralidade e atitudes raciais e preconceituosas.
SACRILÉGIO!!

Jykiti Wakongo

NOFOKNG

NOFOKNG – Nen Ome FOlo Kontledo NGandu(*)

Para falarmos SERIAMENTE sobre a situação política do país, devemos situar devidamente os candidatos que colocamos como potenciais homens fortes para dirigir os destinos do país. Como tal, precisamos de localizá-los e traçar os seus perfis, embora seja extremamente difícil encontrar um NGANDU no meio da água doce, porque o seu currículo é mais sujo que o pau de galinheiro.

Ora vejamos, se temos a figura principal que neste momento orienta a "política" e os "negócios" de S. Tomé e Príncipe, que doravante designaria por NGANDU-MAYAWA. NGANDU-MAYAWA é um filho ingrato que tem duas cores e não se sabe se é mesmo filho da Terra que tem Amor à Pátria, como dizia na sua campanha, ou se é filho de europeus, um bastardo que se infiltrou nas fileiras do colonialismo português e se fez homem. Este homem que por Lei, deveria pertencer a um país pelo qual defendeu com armas. Contra quem lutou ele, quando estava na tropa e sob que juramento de bandeira? O perfil dele, já à partida, começa a cheirar a esturro! Para além de ser um mulato que tem fracas ou nenhumas ligações culturais com S. Tomé e Príncipe, nunca viveu as mesmas realidades que um cidadão de origem, que sempre vivem a maior parte da sua vida nessas ilhas maravilhosas. Segundo algumas fontes, sabe-se que o NGANDU-MAYAWA fazia "negócios" na Mesquita e com o Governo de partido único, desviando navios de cacau, café, e géneros alimentícios. É conhecido por tratar muito mal os seus empregados, desde o tempo de pós-independência; de manifestar comportamentos racistas no meio em que vive e convive. Também tem a fama de "DESFLORAR" as suas "AFILHADAS", violar meninas inocentes provenientes de famílias humildes, na sua totalidade mestiças/mulatas.

A sua história acerca da ex-esposa belga não convenceu a maioria dos são-tomenses. Pois, ela era rica, e ele supostamente sem filhos herdou toda a sua riqueza, o que o tornou um dos homens mais ricos de S. Tomé e Príncipe. Julgo que um portador de tais comportamentos adversos aos tradicionais são-tomenses, jamais deveria ter ocupado o cargo de representante da nossa Nação. Pois, para além de não possuir qualquer grau académico (passando todo o tempo a gabar-se de ser um empresário de sucesso), não serve de exemplo para nenhum cidadão que seja verdadeiramente nativo das ilhas de S.T.P. Os foros deveriam ter colocado a cabeça no lugar antes de escolherem esse imbecil.


Depois do que acabei de expor acerca do NGANDU-MAYAWA, vou acrescentar um pouco sobre outros que são da mesma laia que ele, à frente designados apenas por NGANDU. Como se não fossem criminosos, não tivessem as mãos sujas de sangue de pobres coitados, miseráveis que não têm emprego, pão, arroz, carne, leite e peixe para dar as suas famílias, consideram-se santos e capazes de formar um grupo de pessoas com ideias e vontade política para melhor dirigir o país. Mas uma coisa é certa, igual ou ainda pior de todos outros NGANDUS que passaram pelos cargos públicos e saquearam os bens do povo estão vários outros NGANDUS, tal como podem constatar na lista abaixo apresentada. São deputados, pessoas com alguma influência na sociedade são-tomense, que viveram comendo os melhores frutos da riqueza do povo e se afirmam como inocentes, acusando o NGANDU-MAYAWA e outros ministros que estão no poder.

No entanto, houve alguns "xicos-espertos" (ou "paus-mandados" de NGANDUS) que ousaram publicar uns nomes de NGANDUS xinbotos, com a sugestão de serem um conjunto de cidadãos que poderiam melhorar a imagem do Estado são-tomense. Segundo as palavras desses imbecis infelizes, "À partida, são cidadãos que gozam de respeito e que ao longo da vivência histórica de S. Tomé e Príncipe, como país democrático, demonstraram seriedade e honradez na vida pública". Ora, ora, caros cidadãos ingénuos! Sois vós assim tão estúpidos?

E continuam esses malditos estafermos, "Pensamos que o perfil público destas figuras poderia contribuir para tirar S. Tomé e Príncipe da corrupção, da má gestão da coisa pública e do corporativismo partidário nos assuntos do Estado. Alguns já exerceram altos cargos e outros exercem-nos ainda com currículo limpo da corrupção, da vigarice, da desonestidade e da irresponsabilidade. As figuras aqui nomeadas, com ou sem vínculo partidário, são sobejamente conhecidas e, se calhar, o país ficaria a ganhar com estas figuras na condução dos assuntos do Estado. A ordem dos nomes aqui apresentada é alfabética:

Acácio Elba Bonfim, Adelino Pereira, Afonso Varela, Albertino Bragança, Albertino Neto, Alda Bandeira, Alda Espírito Santo, António Quintas Aguiar, Arlindo Carvalho (geógrafo), Arlindo Carvalho (economista), Armindo Graça, Barbosa Neto, Carlos Espírito Santo “Bené”, Carlos Graça, Carlos Neves, Damião Vaz d’Almeida, Edgar Neves, Eugénia Menezes, Eugénio Tiny, Evaristo Carvalho, Felisberto Neto, Fernanda Pontífice, Fernando Neves, Francisco Rita, Francisco Silva (Presidente da A.N.), Guadalupe de Ceita, Higino Will, Isidoro Alamão, José Martinho Pereira dos Santos, João Quaresma Bexigas, Jorge Bom Jesus, Juvenal Espírito Santo, Juvenal Rodrigues, Lourenço Quaresma, Luís Prazeres “kapala”, Pascoal Daio, Romão Pereira de Couto, Silvestre Leite, Teotónio Menezes, Tó Zé Cassandra.". Mas Que PORRA!


Existem outras paragens algures no mundo, onde esses malditos NGANDUS teriam um destino muito melhor do que aquele que lhes é proposto pelo "PARVO". Dada a enorme quantidade de vitaminas, ferro, potássio, cálcio, proteínas, hidratos de carbono, lípidos e muxindji que possuem (dado que têm saúde para dar e vender), por causa da vida boémia que levam e a excelente alimentação que lhes é proporcionada, dariam bons lombos e costeletas de NGANDUS, que seriam servidos com sal e muita, mais muita pimenta (tenpla). O sabor é, segundo essas tribos indígenas, do melhor que há. O paladar do manjar é quase inesquecível, depois de regado com uma forte bebida típica semelhante ao vinho de palma rijo (uswa). A qualidade do guisado costuma a ser bastante apetitoso, especialmente, quando as "peças" provêm de NGANDUS que são inimigos do povo (ou da tribo).

Numa só frase, pode-se dizer que isto se resume a um autêntico DISPARATE! Todos os nomes aí citados, sem excepção, fazem e fizeram parte da desgraça do povo são-tomense. Num outro artigo meu, publicado no blog em 2007, "LAZA", tenho listado mais alguns nomes de NGANDUS infiéis e poderosos. É bastante claro, claro como a água, que estamos perante uma lista enorme de incompetentes, estúpidos, larápios, intrujões, ignorantes, que o "PARVO" ousa listar como hipóteses para melhor consenso dar à governação de STP. É preciso ter um bocado de sentido de humor nas veias, para poder escrever tal coisa. Por acaso, olhando de raspão, vê-se que tem uma certa piada essa colecção de nomes "limpos".

Façam-me um favor: RESPEITEM A DIGNIDADE DO POVO são-tomense. RESPEITEM A MINHA INTELIGÊNCIA! Isto me faz lembrar os artigos infantis do "Dottolo Gaivota", como cidadãos nota 20... publicados no canalsantola.info. PALAVRA DE HONRA!

(*): NGANDU sa nen nge godo ku ska-manda ni Tela Non en... y ixi ku manda ten za.

California, February 04
Jykiti Wakongo

Saturday, February 02, 2008

APARTHEID/ILUSIONISMO EURO-BRASILEIRO

APARTHEID/ILUSIONISMO EURO-BRASILEIRO (*)

Muito se tem visto e ouvido sobre os direitos humanos, porém as ideias e os princípios político-sociais ainda têm muito que se lhe diga. A divulgação de programas que promovam vícios imorais e indecentes, comportamentos violentos e insanos ("lesbinismo" e "gayismo") para a sociedade, com uma profunda parcialidade jornalística e pretensiosa desinformação no que toca a matéria racial, tem sido a imagem de marca da imprensa europeia e brasileira. Os órgãos de comunicação social portuguesa têm seguido uma política feroz há já alguns anos de banir a imagem da sua história com a África e promovendo telas brasileiras, que são claramente RACISTAS, os maiores apologistas do apartheid, os descendentes dos "nazistas" no continente americano, com grandes pressões socioculturais sobre os negros e pobres.


Os responsáveis pela ética da informação nos ecrãs de televisão em Portugal e na Europa deveriam ter um cuidado maior, desprezar o preconceito racial e xenófobo que os acompanham desde a tenra idade, durante a educação caseira e ao longo das suas vidas, e respeitar a boa conduta na transmissão de informação sem interferir em campos sensíveis e críticos de carácter discriminatórios, étnicos ou religiosos. Vejamos, os euro-brasileiros (“uma raça que merece este planeta – brancóide”) que governam a indústria de televisão naquele maravilhoso país, portadores de riquezas avultadas que sugaram aos pobres, que são a maioria da população; muitos deles descendentes de fazendeiros e exploradores de seres humanos que se apropriaram de bens que pertenciam a um conjunto muito maior de pessoas e vivem como reis em terra de Deus; desgraçados refugiados e assaltantes europeus que encontraram a felicidade com a desgraça dos negros.


Exterminaram, violaram e torturaram a totalidade das tribos nativas (ÍNDIOS) do Brasil (e da América toda) e ainda exploram os pobres coitados que foram traficados e levados contra a sua vontade para uma terra maldita, onde não passavam e até hoje não passam de "meros negros". Uma terra que lhes traz tristeza e maldição. Uma terra prometida para os brancos e pessoas que detêm o poder naquele território, os descendentes de europeus. O negro brasileiro não aparece como gente. Os negros brasileiros, que se denominam de afro-brasileiros (“uma raça de outro planeta - negróide”), e não simplesmente brasileiros, não se revoltaram contra os brancos para exigirem os seus direitos como seres humanos. No Brasil, os negros são tratados abaixo de cão, que nem emprego decente lhes é proporcionado. O sistema de ensino exclui os negros; a imagem do Brasil (papéis de cinema e telenovelas) é apresentada por rebentos de Nazis de olhos azuis e “brancóides”, com direito de ser cidadão de primeira; o sistema de saúde é para os ricos (que por sinal, são brancos) e o jurídico não defende os interesses dos negros; não existe uma reflexão sobre uma sociedade equitativa para todos os cidadãos, independentemente da sua origem étnica. Os negros, ou de origem negra, são catalogados de burros, criminosos, estúpidos, bandidos, pobres, ignorantes, etc., mas o Estado euro-brasileiro nada faz e nem sabe o que fazer para inverter essa onda nazista! As favelas são uma mina de droga, de morte, de miséria, de sobrevivência, de salve-se quem puder! Um lugar sinistro criado pelo governo euro-brasileiro para os pobres e negros que não são gente; os que não merecem a consideração do mundo, os esquecidos e os condenados! A morte de negros diariamente nas favelas, nas cidades brasileiras não constitui o mal para os euro-brasileiros, mas se fosse de um “bacaninha” – gente de dinheiro, aí a imprensa "OGlobo" iria entrar a matar, e os policiais também!


Na minha humilde opinião, julgo que tal como nos EUA, os negros deveriam tentar lutar por aquilo por que ajudaram a construir e pela justiça. Aquilo que lhes pertence enquanto naturais daquele país, daquela pátria, por que também dão o seu sangue enquanto povo, enquanto membros da sociedade brasileira. Se não lutarem para conquistarem o seu espaço, os seus direitos, tais como os deveres que lhes são imputados, não alcançarão a felicidade que tanto almejam, como foi conseguida noutros cantos do mundo. Tudo o que existe no Brasil, e foi institucionalizado, foi construído com base no modelo ocidental, ou segundo as regras de euro-brasileiros, e isso agrada em muito os que vêm a imagem branca e europeia do Brasil, porém a maioria da população, cerca de 80% são negros e de ascendência africana, o que não corresponde a realidade do que se projecta sobre o país na imprensa europeia e mundial. Em África, os coitados julgam que aquilo é uma maravilha e que são um povo adorável! Não sabem por quanto passam os seus irmãos africanos roubados, violados e torturados durante séculos, levados para longe da Terra-Mãe, ÁFRICA.



Se quisermos ser práticos na caracterização do que está na origem desse sentimento maligno, podemos colocar algumas questões bastante simples. Qual é o lugar do negro? E o do branco? O que é ser uma pessoa de cor? Para os não ignorantes, branco é uma cor tal como o preto! Mas usam-se outros termos xenófobos: escuro. Mas existem outros termos insultuosos, não obstante pouco usuais no seio da comunidade negra, como o claro, safado, desbotado, encardido, etc.


Nos Estados Unidos de América (que apenas têm 13% da população negra), entre muitos que lutaram pelos direitos civis (na altura, representavam muito menos do que 13%), encontra-se o polémico e já falecido Sr. do "Thug life" – Tupac Amaru Shakur(2PAC - 1971-1996) - Makaveli, que desenvolveu uma forma de comunicar ao mundo acerca das injustiças contra os negros que defendiam a bandeira daquele que é conhecido como país da liberdade, justiça, civilização. O Estado euro-brasileiro nunca teve uma pressão semelhante que envolvesse personalidades tão fortes dentro da comunidade negra na sociedade brasileira, que pudessem derramar sangue em nome da liberdade e de direitos que lhes são negados enquanto cidadãos brasileiros.


Já havia falado antes da imagem dos negros divulgada pela imprensa euro-brasileira, servindo-se de livros escritos por euro-descendentes narrando histórias, romances, aventuras, "realidades sociais", completamente racistas, fazendo valer o colonialismo, o imperialismo, uma sociedade sob regime esclavagista, promovendo um aumento de preconceito e apartheid na sociedade brasileira e nas que consomem o maldito produto venenoso, através de exibição de séries e peças televisivas por todo o mundo. Mesmo em África, as séries são erroneamente admiradas pela maioria da população (especialmente, os governantes sem escrúpulos que colaboram com esse tipo de desumanidade) que se deixa seduzir pelo encantamento publicitário de histórias de príncipes com características europeias, vagabundas, adultérios, erotismo e sagacidade, que constroem um jogo de emoções que iludem adolescentes em pleno crescimento, confundindo a realidade com o mundo virtual. Por vezes, não é tão virtual assim. As cenas humilhantes e degradantes que retratam comportamentos de ódio racial, criminalidade urbana, injustiça social, associados aos negros, são exemplo disso. Todavia, os melodramas, os moralistas, os romances, são representados por personagens principais que não são de origem negra. Não se vêem famílias negras felizes, casais de negros a trabalharem em empresas, hospitais, escolas, prefeituras, etc., fazendo papéis de destaque. Muito raramente, se observam casos de negras "mestiçagem que despreza o seu lado africano" contracenado com euro-brasileiros, mas quase nunca uma dupla de descendentes de africanos desempenhando um papel que não de tragédia. A ideia do que se diz no Brasil que a sociedade está marcada pelo ideal de branqueamento pós-escravatura, predominado ao que se designa de "estética sueca", é característico dos ideais do Nazismo, regime racista alemão de limpeza étnica. Caso os NEGROS BRASILEIROS venham a concordar com essa corrente de pensamento, ignorando as suas origens, ao contrário do que fazem os euro-brasileiros com as suas, pode-se admitir que são os NEGROS mais COBARDES e ESTÚPIDOS do mundo, para além de até a data obedecerem ao euro-brasileiro como se fossem uns ETERNOS ESCRAVOS BRASILEIROS.


A partir da década de 60, uns NEGROS e MULATOS (que são também conhecidos como MESTIÇOS BASTARDOS) "iluminados" começaram a aparecer em telas de televisão "orgulhosos" e se julgaram terem almejado o nível supremo na escala de sucesso euro-brasileiro, e que assim seriam vistos como euro-brasileiros, diferentes dos seus irmãos de raça negra. Consideram que ao prestarem-se a papéis de serventes, “empregadinhos”, serviçais parvos, palhaços (para fazerem rir os euro-descendentes com a ignorância da "espécie"), vítimas de preconceito racial e injustiças; autores de assaltos, sequestros, de homicídios, de violação, de tráfico de droga, e todo outro tipo de crimes hediondos, estarão a contribuir para ASCENDER UMA POSIÇÃO DE DESTAQUE na sociedade brasileira e para "MUDAR MENTALIDADES". Enquanto o negro for tratado como lixo, escumalha, bandido, ignorante, etc., a julgar-se pela política de GOVERNOS EURO-BRASILEIROS, não será por aí que se alcançarão os "OBJECTIVOS" dessa luta fracassada de certos negros presunçosos.

Nota-se que pela ABSURDA IGNORÂNCIA, esses negros "BONDOSOS", "FIÉIS", "ETERNOS SERVIÇAIS DE ALMA BRANCA" se submetiam ao jugo do "SEU DONO", "PATRÃO", "ETERNO SUPERIOR DE COR BRANCA", como forma de agradecer pelas suas vidas miseráveis. Porque o ideal de beleza segundo as linhas Nazistas euro-brasileiras é o reforçar o elogio de estereótipos e feições europeias, o que vem dominando os textos e imagens de identidade brancóide na sociedade brasileira. Uma sociedade que seria melhor se fosse constituída por ÍNDIOS, vivendo livres pela selva amazónica, do que ser actualmente composta por ditos "civilizados" que habitam em cidades extremamente violentas, cheias de crimes horríveis de elevada taxa ao nível mundial.


Verifiquei que numa sociedade maioritariamente composta por negros, os sites da Oglobo (o maior canal de difusão de informação do Brasil), os jornais, as bandas musicais, as escolas, os hospitais, etc., e os lugares de destaque na sociedade são totalmente compostos por seres de origem caucasiana, como se tratasse de um país europeu. Nos palcos e alguns terrenos onde as artes, os valores e talentos mostrados são peculiares de negros, como na capoeira, no samba, os "reis" e as "rainhas" são infelizmente escolhidos pela cor da fama - branca; no futebol, na música (em que se desprezam ritmos de origem africana), no cinema ou representação, a imagem deve ser a de um ser "belo" e "inteligente" - louro/a de olhos azuis, moreno, mestiço bastardo, mas nunca a de negros; na política e no meio financeiro, as diferenças são abismais, e não se compreende tamanha vergonha de aplicação profundamente cínica do racismo Nazi. Os negros, infelizes e ingratos que entram no meio desses dementes para serem "gente", para serem famosos e conhecidos pelos seus talentos relevados de forma tímida e controlada, prestam-se a papéis de mendigos, delinquentes e racistas. A desculpa dos euro-brasileiros é de que os negros não querem ser negros, os índios não querem ser índios, os brancos, porém, querem ser brancos!? Mas numa sociedade onde prolifera o racismo no seu grau mais íntimo, ninguém quererá assumir aquilo que o condenará à morte ou aos campos de concentração (favelas, prisões para negros, limitação de acesso ao emprego, conhecimento, saúde, direitos, etc., etc.). Muitos desses campos já foram cuidadosamente criados pelos sucessivos governos brasileiros, com o apoio de muitos comparsas irmãos da Europa, Austrália e América. O Brasil, um país muito rico, com condições de desenvolvimento acima da média, devido ao apoio e o suor dos negros, desde há séculos de produção, torna-se num dos piores países do mundo em termos de direitos humanos!! Não se vêem negros naturais de Brasil a viajarem para a Europa ou países euro-americanos, para estudarem em Universidades, trabalharem como quadros superiores. No Brasil, os negros são desencorajados a frequentarem as escolas, universidades, a mostrarem os seus valores ou potencialidades. Nas ruas, são tratados pior que animais na selva. Pode-se considerar que é uma vergonha para o mundo que se afirma civilizado! Uma selva euro-brasileira que ilude o mundo com programas turísticos atractivos, uma imagem europeia daquele “país”. Mesmo no Samba e na Capoeira, que são exemplos de tradição roubada aos negros oriundos de África, a representação é feita ao mais alto nível por euro-brasileiros, pelo mundo fora.


Tem que se chegar a uma conclusão. Ou se é um cidadão nacional ou não! Isso de se dizer afro-USA, afro-BR, é um atentado contra a "blackpower" – negritude. Não se ouve dizer Euro-USA, Euro-BR, Euro-Afro. A Segregação ainda não terminou...!? Mas o fim dos seus dias estará próximo. Depois da MUDANÇA, do CHOQUE RELIGIOSO o rumo da história terá outra direcção. A estratégia da eurodescendencia, afrodescendencia, sinodescendencia, etc., do terrorismo BR, USA, EUR contra negros é um crime que deve ser JULGADO no INFERNO. Acho uma enorme hipocrisia ver países que falam de causas sociais, direitos humanos, mas a educação dos seus filhos é profundamente "nazista" – KKK (Ku Klux Klan – organizações xenófobas e racistas fundadas em terras de LIBERDADE). Muitos links com matérias sobre o líder político negro norte-americano, Dr. Martin Luther King, assassinado pelo regime fascista da euro-america, conduzem a sítios e linkagens de KKK e grupos neo-nazis com propangandas de violência e ódio racial. Esses links têm origem em estados que defendem a LIBERDADE e são todos europeus, euro-australianos e euro-americanos, admirados e idolatrados por milhares de europeus e euro-brasileiros.



Treinavam-se cães racistas para atacarem e assassinarem os negros em várias acções de campanha racial, partindo de esquadras policiais e algumas organizações estrangeiras de euro-selvagens. Pois, todos negros são intimamente vistos, por esses euro-selvagens, como seres ameaçadores, um perigo para a sociedade, um criminoso, um bandido. Mas se um bandido tem COR, então o que serão os milhares de euro-selvagens que saqueiam, assaltam, assassinam, estupram, torturam até a morte outros seres humanos? Provavelmente, são impunes à Luz Divina! Anjos vindos do céu, possuídos por almas malignas, contrariando as características intrínsecas desses seres euro-descendentes. Se os euro-brasileiros roubaram ou cometeram um homicídio, então foi sem querer, e certamente estão doentes e devem ser conduzidos a uma clínica para serem internados e aí tratados como INOCENTES; aí, em tratamento, esses dementes criminosos são vistos como seres inteligentes, possuidores de uma inteligência rara. Entretanto, um negro, por um simples crime de furto ou de igual grau, pelo facto de já ser CULPADO desde à nascença, por existir, merece a MORTE, ser JULGADO, ser CONDENADO!


Quando ocorrem mortes nas ruas brasileiras por causa de balas perdidas, onde a vítima é uma criança de cor branca ou euro-brasileira, aí juntam-se milhares de infiéis euro-brasileiros, judeus, infelizes "afro-brasileiros", brasileiros nativos – índios e sino-brasileiros para se manifestarem publicamente apelando o fim da VIOLÊNCIA, apelando pela JUSTIÇA.


Os negros brasileiros, descendentes de escravos, que defendem as cores da bandeira do Brasil, tal como qualquer euro-brasileiro, mas fixados num determinado patamar étnico, sócio-cultural, de acordo com a história dramática da sua ida ao continente americano, participando nas produções e construções em fazendas e cidades de todo aquele país, sendo explorados como mão-de-obra barata de geração em geração, deveriam mover uma petição ao mais alto nível, no sentido de obterem por parte do Estado brasileiro uma indemnização na ordem de 1.000.000.000 de dólares por família e concessão de lotes de terras que roubaram aos índios (quase exterminados na sua totalidade) e que se encontram nas mãos de uma minoria de abastados criminosos euro-descendentes. E, em forma de retractivos pelas vítimas de tortura e homicídio, deveriam exigir nas barras do Tribunal Internacional multas milionárias ao Estado brasileiro por injúrias, racismo, desigualdade social, xenofobia, atentado contra os direitos humanos (dos negros daquele território americano).


Depois de ler a minha mensagem (você, euro-brasileiro ou seu fã racista), a sua vida mudará para sempre! Os seus sonhos serão uma miragem! Os fantasmas e as almas sofredoras dos negros assassinados, oprimidos, violados, discriminados lhe perseguirão até aos fins dos seus dias... A dor, o sofrimento, o sangue sugado de cada negro que recebe menos de um terço do salário do que o de um euro-brasileiro (uma mulher negra então, ganha menos do que um quinto), mesmo sendo portador do mesmo ou melhor grau académico, serão compensados com a desgraça que assolará a sua família que vive no berço de ouro. A sua MORTE, seu RACISTA, XENÓFOBO e CRIMINOSO, será muito dolorosa e acompanhada de sucessivos pesadelos pelos PECADOS que carrega na sua ALMA ASSOMBRADA. As pragas rogadas do fundo do coração dos feiticeiros negros irão condenar-lhe a uma vida recheada de TRAGÉDIAS, TORMENTOS e DESGOSTOS, seu EURO-BRASILEIRO e AMANTE dessa política de APARTHEID, DISCRIMINAÇÃO e DESIGUALDADE RACIAL.



Bem-hajam, senhores da terra!

Jykiti Wakongo


(*) - Publicado num outro blog di Jykiti: http://clearblogs.com/eurobrasileiros