Friday, September 21, 2007

AVIJA NEN ANZU

COMO DEVEMOS PROTEGER AS NOSSAS CRIANÇAS?

Uma coisa é certa: uma criança esclarecida tem muito mais hipóteses de se manter em segurança. Segundo os psicólogos, se as crianças souberem detectar, reconhecer e defender-se dos perigos que as rodeiam, mais facilmente os evitarão. É possível ensiná-las a dizer não, melhor. Elas devem também saber que, embora aja pessoas amigas e de confiança, existem outras que são perturbadas e podem fazer-lhes mal.


Segundo um psicólogo, a “Prevenção criminal deve começar no processo educacional e de socialização das crianças (prevenção primária). Elas devem conhecer os problemas – através de um discurso orientado pedagogicamente para a necessidade de fazer escolhas e opções conscientes – e saber que existem miúdos pouco mais velhos que elas que, por esse facto, vivem uma vida marginal e para os quais valores como a felicidade, o bem-estar, a realização e o sucesso deixam simplesmente de fazer qualquer sentido”. (J.B.) Mas como pôr o seu filho de alerta sem que ele se fique amedrontado e inseguro? Poderá começar a ensiná-lo desde os três ou quatro anos, adoptando uma linguagem apropriada à idade e exemplificando através de jogos ou com a ajuda de bonecos como deverá agir em caso de perigo.



Eis alguns concelhos que podem ajudar o seu filho a sentir-se mais confiante e a evitar situações de perigo. Ensine-lhe as Regras Básicas. Há certas coisas que uma criança deve aprender o mais cedo possível:
––Nome completo, morada e telefone;
––O primeiro e último nome dos pais e os respectivos números de telefone do trabalho;
––Como marcar o número de emergência. (Desligue o telefone e deixe o seu filho praticar.)
––Considerar os polícias que patrulham as ruas do seu bairro e a entrada da escola como pessoas boas, de confiança, que existem para ajudar e proteger em qualquer circunstância.
Explique-lhe Onde Procurar Ajuda. A esquadra da polícia ou locais movimentados, tais como lojas e restaurantes, são os mais indicados. Faça o percurso até à escola com o seu filho e indique-lhe exactamente quais os locais seguros e aqueles que deve evitar.

Diga-lhe também quais são os vizinhos de confiança a quem ele poderá recorrer em caso de aflição. Visite-os e peça-lhes para alertarem a Polícia se observarem qualquer situação anormal. Saberão assim que você conta com a ajuda deles para proteger o seu filho, e este não se sentirá inibido se tiver de pedir-lhes ajuda.



Ensine-o a Defender-se. É essencial que o seu filho perceba que tem o direito de protestar se alguém o importuna. Se um estranho o aborda, poderá gritar “Este não é o meu pai ou a minha mãe!”, de forma a chamar a atenção. Se ele tentar agarrá-lo, gritar e espernear não é o suficiente, pois pode facilmente ser confundido com uma típica birra infantil. Diga ao seu filho que poderá mordê-lo ou enfiar-lhe os dedos nos olhos para que ele o largue.

É preciso repetir à criança que, por vezes, as pessoas maldosas têm um ar simpático e que é preciso desconfiar sempre das pessoas desconhecidas, mesmo que elas a chamem pelo nome. Recomende-lhe que não fale com estranhos e muito menos que aceite presentes deles. Dê exemplos de possíveis situações e de como proceder: se um desconhecido lhe pedir que o ajude a procurar o cão que fugiu, o seu filho deverá responder-lhe que não faz sentido um adulto pedir ajuda a uma criança e que vá pedi-la à Polícia.

Pode também acontecer que o agressor se faça passar por uma autoridade e tente convencê-lo de que os pais tiveram um desastre. Frise bem que ele tem todo o direito de se recusar a ir onde quer que seja com quem quer que seja.

É preciso também que o seu filho saiba quem é que está autorizado a ir buscá-lo à escola, como no caso de quem habitualmente o faz não possa ou até mesmo numa emergência. Insista com ele para que não saia com mais ninguém.

A criança também deve saber que tem o direito de recusar qualquer contacto físico que a incomode. Se ela não gosta de dar um beijo a alguém, não a obrigue. Um aperto de mão também serve para cumprimentar as pessoas.

No entanto, em caso de assalto, o seu filho deverá colaborar entregando de imediato dinheiro ou outro objecto que o assaltante exija. Nestas circunstancias é perigoso opor resistência porque o criminoso pode estar armado. É sempre aconselhável seguir a via menos violenta e não colocar a sua integridade física em risco.


Segurança na Rua. Sempre que possível as crianças devem andar acompanhadas, se não pelos pais, por alguém mais velho ou por um grupo de amigos. Ensine o seu filho a brincar com um amigo ou em grupo, aconselhe-o a evitar áreas escuras e isoladas, tais como descampados, ruas pouco iluminadas ou prédios vazios, e que tenha muito cuidado com as brincadeiras nocturnas na rua.

Alerte-o para caminhar com confiança e estar atento ao que o rodeia. Os criminosos são peritos em descobrir vítimas fáceis, crianças que pareçam perdidas, confusas, tristes ou perturbadas.

Se um carro o segue enquanto caminha na rua, o seu filho deverá dar meia volta e caminhar na direcção contrária. Não é provável que o condutor faça o mesmo, atraindo assim as atenções.

Diga-lhe também para se manter afastados pelo menos 5 m de um veículo que pare para pedir informações (mostre-lhe a que corresponde essa distância). Faça-o perceber que é uma boa opção dizer “Não sei” e continuar caminho. Em caso algum – mesmo que a pessoa­­ ­­diga que vem da parte dos pais – deverá a criança aceitar uma boleia de uma pessoa que não conhece.

Ao usar os transportes públicos, certos cuidados devem ser tidos em conta. Apesar de os carteiristas não representarem um perigo potencial para as crianças, pois sabem que não andam com muito dinheiro, é bastante útil seguir algumas regras básicas: andar com pouco dinheiro e distribui-lo por vários bolsos, pôr a carteira num bolso junto à pele, ficar o mais perto possível do condutor ou de outros passageiros conhecidos e saber perfeitamente o percurso que realiza e o e o local da sua paragem. Deverão transportar o menor número possível de malas ou sacos e também evitar dormir, ler ou ouvir música, isto poderá distrai-las do percurso e do que se passa ao seu redor.

E, naturalmente não deverão andar com objectos de valor, como fios de prata ou ouro e relógios de marca, à mostra. Também é preciso ter um especial cuidado se o seu filho transporta um telemóvel, deve ser discreto. É enorme a quantidade de crianças e adolescentes que são assaltados para lhes roubarem o telemóvel.


Segurança na Escola. Uma grande parte da violência contra crianças e jovens ocorre na escola ou nas suas imediações. Por outro lado, a agressão muitas das vezes surge da parte de outros alunos. Mesmo que a escola do seu filho pareça segura, mantenha-se atento. Comece por aderir à associação de pais e participe nas reuniões. Mantenha um contacto regular com a directora de turma. Fale também com outros pais, de forma a saber como convivem outras crianças com a escola.

É muito importante que esteja atento aos comentários do seu filho e converse com ele. Se ele lhe disser que tem medo de certos colegas ou receia ir à escola, saiba se tem sido vítima de violência por parte de outros alunos. Esteja também atento à possibilidade de o problema ser um professor ou um funcionário – e não ponha de parte a hipótese de abuso sexual. Contudo, ouça sempre os dois lados da história antes de exigir que se tomem medidas.

Ensine-o a não resistir se se sentir ameaçado. O melhor é tentar fugir, mas, se não o conseguir, mais vale ceder do que perder a saúde ou a vida. Se ele tiver sido roubado, fale com o conselho directivo e exija que façam uma participação à Polícia.

Se o seu filho realmente não se sentir seguro, considere a hipótese de o mudar de escola. Se não for possível, aconselhe-o a evitar alunos que consumam produtos ilegais como alucinogénios, se envolvam em brigas com frequência ou tenham atitudes de prepotência.
Segurança na Vizinhança. É obrigação dos pais saberem, em qualquer altura, onde se encontra o filho, mesmo que ele só tenha ido a casa dos avós, do outro lado da rua. Conheça os amigos dele, bem como os seus números de telefone, os nomes dos pais e onde vivem.

Um telemóvel seria uma forma de poder contactar o seu filho a qualquer altura, mas, isso pode contribuir para torná-lo num alvo apetecível para os larápios. Um bip pode ser uma melhor opção, o seu filho lerá as mensagens que lhe enviar.

Finalmente, ensine algumas regras básicas de segurança em casa, como, por exemplo, trancar as portas. Se estiver sozinho, nunca o deverá revelar ao telefone. A resposta correcta será dizer que os pais não podem atender de momento, mas que ligarão mais tarde. (Exercite este tipo de conversas com o seu filho de forma a que ele saiba como responder).

E quando chegar a idade do emprego em part-time, conheça a morada e o telefone do local. Se o trabalho consiste em tomar conta de um bebé, tente conhecer os pais primeiro. Marque horas ao seu adolescente para chegar a casa.

Lembre-se de que a segurança dos filhos nas ruas depende muito dos pais e daquilo que aprendem com estes em casa. A prevenção é interiorizada por rotinas, compete à família ensiná-las aos filhos.

Se o seu filho for vítima de algum tipo de violência, procure ajuda imediatamente. Além das forças policiais, existem instituições que poderão ajudá-lo. Mesmo que uma criança seja vítima de uma ofensa aparentemente insignificante, leve-a a sério e ouça-a com atenção. Acima de tudo, não a culpe pelo que possa ter acontecido. Ninguém merece ser vítima duas vezes – muito menos uma criança.


---------------------------------------
A PEDOFILIA

Que há pedófilos é um facto provado (se bem que os mesmos tenham sempre existido, não sendo um fenómeno só de agora); que há redes organizadas (não de pedofilia mas de “carne humana”, o escalão etário é apenas uma especialização exigida pela procura da “clientela”) também é sabido; que todos nós devemos tomar precauções é um facto do senso comum; mas as coisas estão a ir mais além do que é sensato.

Para nos situarmos, importa definir o que é um pedófilo: a palavra “pedofilia” vem do termo grego paidos, que significa criança ou infantil; o dicionário diz que pedofilia é o “grande amor ou dedicação às crianças”; pedófilo é por isso aquele que gosta muito de crianças (sem por isso querer necessariamente ter com elas relações sexuais).

E o pior é que, com este clima de histeria colectiva, se a tia se tivesse dado ao trabalho de fazer uma acusação formal junto das autoridades, é muito provável que o professor tivesse tido problemas, podendo ir até à famigerada “detenção preventiva”, agora muito em moda.
O facto é que estamos mesmo a exagerar. Eu próprio, quando vejo na rua uma criança que, pela sua inocência, beleza ou graça, me enternece e me leva a dizer-lhe algumas palavras e mesmo (horror dos horrores!!!) fazer-lhe uma festa, sinto-me comprometido e pouco à vontade, sabendo como sei que há pessoas à minha volta que podem perfeitamente interpretar o meu gesto deste modo.

Espero que não cheguemos à “perfeição” das escolas americanas, em que há bem pouco tempo um estudante foi expulso por dar um beijo a uma colega; idade dos intervenientes: respectivamente 6 e 5 anos!

Como vimos o termo pedófilo é mal aplicado: pedófilos somos todos nós, pelo amor que sentimos pelas nossas crianças; todavia, só alguns poucos é que, pervertendo esse amor, vão demasiado além e transformam as crianças em objectos sexuais, tal como o fazem também com prostitutas e mesmo com parceiras ocasionais. Acerca disto, o dicionário define como perversão a “passagem moral do bem para o mal, o tornar mau, corromper, desmoralizar, degradar, alterar, desnaturar, desvirtuar”. Um pervertido seria então alguém corrupto, depravado, mau, ruim, malvado, estendendo-se estas características inclusive ao campo sexual. Creio que o termo mais correcto para designar estes indivíduos seria pervertidos.

Mas adiante. Abstraindo-me das causas que levam alguém a um comportamento destes, um pervertido é um doente. Não que isto constitua no plano prático uma desculpa: o psicótico assassino é igualmente um doente e não vou querer conviver com um só porque talvez tenha tido uma infância lixada e sido brutalizado pela família e, ou, pela vida. Isso transcende o âmbito deste artigo, passando ao campo da psiquiatria e psicoterapia.

É só para lhe dizer que não entre “em órbita” apenas porque alguém olhou para o seu rebento, o achou lindo/a, o acariciou e até passou a ter por ele uma simpatia e carinho especiais, podendo (se for um vizinho, amigo da família, etc) passar a brincar com ele, passear, passar tempo, etc.

Tudo isto deve ser encarado com bom senso: se isto acontecer com um vizinho, amigo ou conhecido, pode ser normal; se com um perfeito desconhecido, pode ser normal ou não; mesmo se você for um tipo desconfiado (e quem não o é com as histórias que correm por aí?) dê-lhe o benefício da dúvida, tomando um mínimo de precauções, claro. Doutro modo, acabaremos por tornar a nossa sociedade ainda mais paranóica e cínica do que ela já é. E lembre-se de que, segundo as estatísticas, há mais violações e abusos por parte de parentes e elementos da família que contactam directamente com a criança do que por parte de desconhecidos ou elementos externos. Por outro lado, há também pervertidos femininos.

Então, como proceder? Primeiro, não entrar em paranóia, uma vez que a criança vai captar os seus sinais de ansiedade, por mais subtis que eles sejam. Para aumentar a margem de segurança, deve responder às perguntas da criança sem tabus, com toda a honestidade (de acordo com a sua capacidade etária de compreensão) mas sem entrar em detalhes exagerados que a poderão assustar e tornar temerosa, insegura e anti-social. Se a criança for apoiada e compreendida, sentir-se-á protegida, por isso menos receosa.

Mantenha-se atento e seja sensível às pistas que ela lhe dará: deixe que seja a própria criança a orientá-lo; os sintomas que podem constituir sinais de alerta são perturbações de sono, excitação ou melancolia sem uma causa aparente, dores de cabeça, barriga ou outros sintomas do género, problemas na escola, alterações comportamentais inexplicáveis (enurese, rebeldia, agressividade), etc. Se a criança lhe disser que tem um segredo que não lhe pode contar, investigue indirectamente, não lhe perguntando qual é o segredo mas sim quem lho pediu, quando, onde, etc, até confirmar ou não. Se se recusar a ir a casa de alguém ou a ficar com alguém não a force, mas pergunte-lhe do que é que não gosta em casa de A, ou ao que é que brinca com Z.

As crianças não devem desconfiar de todos os adultos, isso faria com que crescessem duma forma extremamente insegura, provocando sequelas psicológicas inevitáveis. Diga à criança que se deve confiar em quem nos toca, abraça ou beija como amigo, e mostre-lhe na prática a diferença entre um toque amigo e outro que poderá não o ser, pois viola o seu direito à intimidade. Ensine-lhe que ele/a tem todo o direito a dispor do seu próprio corpo e que, se alguém tentar fazer-lhes ou levá-los a fazer algo que viole esse direito, isso é errado e deve ser denunciado imediatamente. É importante estabelecer limites, mas de modo a que a criança não associe isso directamente com sexo, o que poderia fazer com que o considerasse algo sujo e pecaminoso.

O essencial da segurança infantil é constituído por duas palavras: prevenção e controle. Você deve conhecer todos os pormenores que dizem respeito à vida e actividades do seu infante: horários, brincadeiras, locais, colegas, vigilantes, educadores, pessoal empregado, etc. Crie mecanismos de segurança, como códigos (por exemplo, combine que quando a mandar buscar por alguém que ela não conheça lhe dará uma senha secreta que só ambos saibam; as crianças gostam de brincar aos espiões). Conheça e observe os familiares, infelizmente uma parte maioritária das violações e abusos tem lugar no seio da família; padrinhos, pessoas de enorme confiança familiar; saiba sempre onde está o seu filho ou a sua filha, e com quem; nunca deixe o seu filho sozinho no carro, em casa, numa loja, no parque; nunca deixe que brinque sem vigilância na rua, mesmo que acompanhado por outras crianças.


Diga à criança que evite os contactos desnecessários com estranhos, e não lhes forneça quais quer informações; se seguida ou perseguida, se puder deve fugir a correr, dirigindo-se imediatamente a um adulto que esteja dentro duma loja e pedindo-lhe ajuda; se não puder fugir deve gritar. Diga-lhe para andar na rua pelo menos aos pares, nunca sozinha; evite zonas isoladas, escolhendo sempre locais com gente; recuse boleias e presentes de estranhos, e nunca acompanhe um estranho a pé seja onde for; comunicar imediatamente ao polícia (o polícia é um amigo) ou a um adulto próximo quando alguém as molesta (mais tarde aos pais) ou gritar sem parar até o estranho se ir embora; nunca sair de casa sem dizer aonde vai e com quem; quando o seu filho já for à escola, cronometre o percurso e vá levá-lo/ buscá-lo. Quando ele não puder ir à escola avise-os. Quando o seu filho faltar exija que o avisem imediatamente.

Se a criança for ainda muito pequena, não complique e use linguagem e simbologia o mais simples e natural possível. Ensaie os procedimentos de segurança com os seus filhos, de início pelo menos uma vez por semana, depois uma vez por mês. Faça-o numa tónica meio a sério meio a brincar, mas de modo a que eles compreendam que é algo de importante. Desta forma, sem dramatizar e sem lhes criar medos desnecessários, dar-lhes-á uma ferramenta que mais tarde lhes poderá ser muito útil para sobreviver na rua. E, quando eles foram mais velhos, leve-os a treinar prevenção e Defesa Pessoal.

Fonte: Internet & Jykiti Wakongo

DESU PADE KLUSU

A hipocrisia dos euro-descendentes e a ingenuidade dos negros estúpidos é que nos aprisionam numa caixa apinhada de preconceitos e de embustes, qual uma flecha cravada nos nossos corações e uma praga malígna injectada nas nossas mentes.

Infelizmente, inúmeras situações que têm ocorrido em paragens internacionais e que depois são transmitidas em televisões e outros meios de comunicação social, nos países dos negros, como se tivessem descoberto o ouro e impingem na sociedade negra uma crença de inferioridade moral, intelectual e politico-económica de total dependência da civilização europeia, fazendo com que os negros, por mais instruídos que sejam em termos académicos, apresentem uma enorme estupidez, creiam em tudo o que lhes é dito pelos euro-descendentes, mesmo que se tratassem de cenários virtuais com manipulações a todos os níveis. É lamentável.

Observarmos esses indivíduos que abrem os seus corações e enganam as nossas crianças com embustes e estórias de ilusão ocidental, fazendo com que essas acreditem que determinados indivíduos tenham vontade em apoiar ou defender causas africanas. O caso célebre que marcou o mundo foi o da "princesa diana". Uma senhora que todos afirmam ter sido muito bela, o modelo de beleza, mulher carinhosa, cheio de amor para partilhar e até oferecer apoio financeiro. Mais tarde, ficou-se a saber que a jovem que havia se formado em educação de infância, não era assim uma boa educadora, era uma jovem que procurava a mediatização e, quando não a conseguia, usava os negros e pobres desgraçados que, aflitos que nem o diabo, rejeitados pela sua sorte de serem filhos de terra cobiçada, ajudava-a a obter por esse meio macabro um papel prestigiante (opondo às regras da coroa britânica). Apenas dessa forma, essa oportunista adúltera aparecia em grande plano como a "princesa do povo", a mãe querida, a "defensora" da luta pela deactivação das minas anti-pessoais, a solidária para com os meninos negros doentes, para com as mães infiéis aos seus maridos, adquirindo por fim o lugar que sempre desejara, ser a "fada" do mundo. Quantos não procuram usar os pobres diabos para alcançarem o seu lugar no mundo da fama como um defensor dos direitos humanos, das causas maus nobres do mundo?

Muitos euro-descendentes com alguma projecção ao nível mundial usam-nos para ser tornarem "prémio-nóbeis". Acho de tamanha insensatez a incompreensão por parte de governantes negros e os povos negros de uma forma geral, que aceitam humilhações desse tipo por nossas bandas. Esses malfeitores infiéis (tal como a Madonna que sempre foi uma indecente e não terá bons valores para transmitir a qualquer criança) que se deslocam às nossas terras para adoptar pobres negrinhos, órfãos que são vulneráveis e vítimas de todo o tipo de abusos e maus tratos, aproveitam essa atitude para se lançarem numa campanha de promoção de imagem ou estratégia de marketing, quando o seu prestígio mediático começa a ser insignificante e em caso de promoção de uma carreira profissional, por exemplo. Dessa maneira, pode-se deduzir que os euro-descendentes têm um único propósito que é usar a hipocrisia, o cinismo, etc., que são armas bastantes ferozes contra o negro e com a estupidez dos negros, para atingirem os seus objectivos.

O facto de querem sentir-se melhor do que os outros e viverem uma vida de indivíduos importantes faz com que eles procedam assim. Enquanto formos desvalorizando os nossos filhos e a nossa terra, os euro-descendentes e europeus sem escrúpulos estarão prontos para convencerem-nos de que não somos capazes de falar, escrever, alimentar, cultivar, alcançar o progresso e a felicidade, estudar, pensar e contruir uma sociedade organizada com valores, em suma, viver sem eles. É absurdo!

A nossa condescendência, a nossa ingenuidade, a nossa estupidez, o nosso modo de pensar e de agir coloca-nos numa posição pouco recomendável (nos tempos de hoje) e a imagem humilhante dos nossos povos e o insulto à nossa terra querida orienta-nos para o caos social e a total euro-dependência. Não queiramos ser o escravo eterno do deus que nos foi criado. Em nome do pai + do filho + do espírito santo - KELE NI DESU PADE KLUSU.

Jykiti Wakongo

KASO KU NA KA-LADLA FA

KASO KU NA KA-LADLA FA

Tudu non sebe kuma kaso ku na ka-ladla fa so say ka-mode nge! Maji ixi ku ka-ladla tudaxi say ka-mode nge!

Elemanda ku nga fla kuma nge mo Diki poja ka-da sun "plume-minixtlu", Vela Klusu, tudu djelu ku e te pa e po bila sa ni pode yo danu. Kaso se ska-fla kuma e na plomete sunge djelu fa, sen mile ($ 100.000) na ka-xiga sun fa... Kaso xe, kaso xe... sa kwa ku povo toka fada sun Diki ola ku e ka-bi fla kuma e sa migu di San Tome ku Ie, ku e ka-ba televizon ba fla kuma e sa putugeji, blanku mo nge di tela di pe de. Ola ku ola di vede ka-xiga, povo toka tufu djelu ku Diki ka-patxi pa monya mon zo ba vota pe jibela zo ba koye nge xi ku a mese. Povo na ka-po bila kunda kuma mulatu se sa migu di povo di San Tome ku Ie.

Sun Diki te dja de, ola dja se ka-xiga, zeme so...


Nen nge tela ten, nglatu ku bluguna ba tela blanku, otlo da mali tela y otlo-otlo bila nge di tela blanku, maji ni papelu tan, punda nen po dumini ku blanku mo venxa, nen na ka-sa blanku ni kloson ne ni ubwe fa. Nge ku nanse ni San Tome ku Ie, ku bluguna ba tela blanku toma nen blanku se ku a zeta pe son, ku te dwentxi, ku sa blutu, ku ka-kontle nen manu dinen pletu se mo non, na toka bi tela non maxi fa!

Unwa dinen sa unwa sunge ngola ku ta tela kolonba yo di anu, tom nge dala zo ola ku e be modu di nganya djelu ku tela non, e zunta ku folo ku kolonba fe kwa di musa ni televizon di kwa kume di SanTome ku Ie. Maxi montxi di inen kwase ku sun musa nge ni televizon ("Zon Karlux Silva" -"Ni losa ku panela") pa nganya djelu (punda kolonba ka-gogo ku kume mo kaso ka-gogo ku oso...), somanda e bila fe livlu bende bila de liku. Maji ni kloson sun se, kwa ku e ka-be sa blanku ku lungwa dinen ni boka tan. Zo ola a ka-xiga tela ku maxkalenxa, ku a ka-be otlo migu ku familya ku a zeta pe tela, ku a ka-be tela ku likeza ku a ka-musa mundu, so a ka-fla kuma a nanse ni SanTome ku Ie, tela glavi ku te nge glavi, maji mwala o ome dinen ka-sa blanku tan.


Nen nglatu se mo "Karla Saklamentu", "Nayd Gomix", ku otlo-otlo folo, monko, ngola, mulatu yaga, fanyozu ku volo tela, ku te odjo di nge di San Tome ku Ie, ku ka-bende tela non da blanku, lega yo gabon bi fo "Nijelia", "Ngola", "Tela" lentla so, tlega klopo plovya di dosu olya di glapon, klaga nen mina nen, anzu antawo, tanda blanku; nen nge se toka xe lwa da pinsu ni budu, bluguna da kabesa ni po mole o myamya toka dese pe liba kabesa di tudu nen djabu se.
Fitxiselu ni matu toka baya da inen tudaxi pa San Tome non PLODOZU po vive de sosegadu ku nen mina de, pa na lega tela malaboya axen fa!


Bakwe San Tome ku Ie!!

Jykiti Wakongo

FOLO KLOSON LUVESA

FOLO KLOSON LUVESA!

Kwa ku sayen sa unwa gabon ku ka-musa kwa ku a ka-sama "vungu di tela pletu", ni RDP-Aflika.

«Sinceramente acho que o Jykiti wakongo e kalu estão com inveja de Mc Roger, acho que a musica de africa é um programa de louvar não importa quem vai apresentar o programa, o importante é o conteúdo que eles vão mostrar ao publico a única cena que eu não concordo é que cantores têm que pagar 605 Euros para ver os seus vídeoclips a serem transmitidos no referido programa.»

Sun J.Paulu ("folo di San Tome ku Ie ku kloson luvesa") fla kuma e te nge ku sa ku we xa punda gabon se di meda ku ka-musa vungu ku bwade, ku vungu di tela de ku e fe - "mc lojel", ku ka-sa ka-musa Aflika mo tela di mulatu, ku na ka-musa vungu di nen maxibin di San Tome ku Ie fa! Sun se poja sa pletu ni kala y blanku ni kabesa ku kloson. A ka-txila pidu pe kala de y e ka-da desupaga! Nkonveta sun... Xi sun na ngoxta di vungu di folo fa, klupa na saji povo ku nen sunge ku ka-kanta ni "Aflika Negla", Sangazuza, "Untues" o sun Jalego. Ami, nga gogo ku vungu kantadu ni lwngua folo. Xi non te folo nglatu ku ka-gogo vungu ni lwngua di kavede o "eulo-blazilelu", klupa na saji non fa! Maji sela non gogo ku kwa non... nen mina non... tela non... fan, punda blanku ku otlo-otlo pletu ska-mese da Aflika non fogo, a ka-dukunu tela ba patxi djelu ku blanku ni tela kolonba.

Zalima bluku ku sun!

Jykiti Wakongo

SUN DOTOLO GAY...VOTA

Nen ke mue, a bili we o!!
Kwa lalae!

Folo di San Tome ku Ie ku vonte di bila nge maxi doke otlo. Non tudaxi sebe kuma sun se ku ka-sama Dotolo Gayvota o Humba sa blutu y e vive ku kwa ku yo folo, mina di tela, na vive ku e fa! Non sebe kuma sun se ka-mintxila da nen maxibin di tela non, zo ka-xkleve kwa ka-fla di nge ku na te amole ni tela non fa. Kenge ku sa sun Dotolo Gay... vota se?

A pya kwa di sun dottolo se. A ka-kele ni sun?
Nanse konse kenge ku e sa? Y nanse, kenge ku nanse sae?
E sa nge ku bi fo Tlaxa o San Zon-Ngola se pe ku djelu pa e ba xkola?
A pya kwa gletu zo a ka-kuji mu ni "blog" mu, punda nte yo di kwa pa nfla da povo di San Tome ku Ie, ku nge ku te nge ni pode ni tela, punda e te "nomi".

Nen ke mue, a bili we o!

Nay basu nka-ba pe kwa ku e xkleve ni unwa xitu ka-fla kuma e bilakaba pa e po ba xkola ni Putuga, maji nen mina mixidaji sebe me kuma tudu kwa se sa mintxila. Sun tava ku djelu ni jibela jina tenpu foi tenpu. E na sebe kwa ku sa tlaba fa, monya suba ku kega ni kabesa ku bega seku. E na sebe kwa ku sa padise fa, zo ka-bi ngana nen maxibin ku nge ku na sebe vida de fa, ka-fla kwa ku bwade mo nge ku kye di po. Mijida di kwa ku e fla sa nge ku mese kele po kele o, maji apo te disetu kuma: "we be we, we na be kloson fa!".

Ka pya:

«Sobre mim Humbah Aguiar nasceu em S.Tomé e viveu parte da sua infância em Angola. Depois ter concluído o 11ºano do pré – universitário em Stp. Foi professor. Em 1996 viaja para Portugal. Em Aveiro completou o 12º ano, em Lisboa frequenta o curso de direito da Universidade Moderna de Lisboa. Já no 3ºano, vê-se obrigado repetir o 12º para conseguir uma bolsa. Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, ingressa no curso de sociologia do Instituto de Ciências do Trabalho e Empresa (ISCTE). É filho de mãe angolana e de pai são-tomense. Daí que se note, o deambular por esses universos nas suas obras. Humbah debate-se, por questões Africanas, tendo como sua frase preferida: “Na luta pela independência económica e cultural de África.” Nesta perspectiva, realizou espectáculos de apoio a vítimas das cheias em Moçambique, promove músicos Africanos em Lisboa, bem como atribui prémios de “Divulgação da Cultura de STP”, evento este, que já vai na sua segunda edição, ao mesmo tempo que escreve artigos de críticas sócio-políticas (maior parte publicado via Internet), dirigidas à sociedade São-tomense. Este é o seu segundo livro publicado. O primeiro, foi publicado à 7/11/2001 no edifício de Rádio Difusão Portuguesa – África em Lisboa, com o título de “Morre Um Pedaço de Mim” poemas de Dr.Gaivota, tendo se esgotado em poucos dias. Tanto uma obra como outra, reflectem o alerta do autor, ao dever cívico. Como exclamara o N’Guno Tiny – doutorando em direito –, a propósito do “Morre Um Pedaço de Mim”: « (....) teve a coragem de transmitir à sociedade um contributo cívico, podendo com isso dar, mas ao mesmo tempo receber (...)» Obs:Pode pesquisar no www.google.pt, Humbah Aguiar, encontrar artigos e eventos realizados. humbah_aguiar_a@hotmail.com Orientação sexual (?) »... ke kwa?


Ni San Tome ku Ie, sun se ku otlo-otlo nglatu ku nen pe ku men ("nge godo") tason futa djelu povo tufu pe jibela, soku ka-ko mina Desu o ixi "maxi glavi" ku toka kwa tela, maji kwase na sa vede fa! Nen sa venxa di blanku ni tela di blanku, ka-sa ka-ngana povo ku uku (vlegonya ku a ka-pe ni papelu da nge) ku a ka-musa non. A ka-fla kuma sun se ka-xkleve? Nanse ska-lenbla di kwa ku sun se xkleve ka-sama: " São-tomenses, Arte ou Paleio?"; "Camilo Domingos e João "dos Taxus" Silva - Cidadãos nota 20"? Ise di tlaxi nga po fla kuma Dotolo se ku nen migu de sa nadaxi (0) ni vintxi (20).

E bila te "Quem são São-tomenses?", ku nga kuji sun ni putugeji, pa sun po tende pikina:

« Bem dito, Sr. dr. Gayvota! Quem são os santomenses? Você com certeza não sabe! E digo-lhe porquê. Você tem tudo para não se identificar como cidadão santomense comum, dado que passa o seu tempo a ironizar a desgraça e a desordem do país, o qual o seu progenitor contribuiu para tal. O sr. não sabe fazer nada! Apenas vaguear como um delinquente e vagabundo, pelas cidades europeias, como um vampiro que suga cada gota do sangue dos "maxibins de pouca sorte" e a divisa ao sabor do suor dos pobres coitados que labutam desgraçadamente em STP. Mas, sinceramente, irei explanar melhor sobre a sua situação na diáspora e a sua suposta carreira como "escrivão/escrevedor" santomense. Tenha piedade do seu desmeticuloso impulso recalcado não drenado! Deixo-lhe a seguinte questão. Seremos todos filhos de imgrantes escravos, portugueses, angolares e caboverdianos santomenses e santomenses caboverdianos e não-caboverdianos, mas descendentes de caboverdianos desde que seja pobre (no sentido lato, claro, uma vez que não gostam de progredir nos estudos, passam a vida cultivar a maldita cana-de-açúcar para manufacturar o miserável "aguardente", "grog") e as damas que passam a vida como meninas da vida, portadoras de elevado grau de leviandade e infidelidade conjugal... Você só pode ser hipócrita, meu sr.»

Vlegonya e, nen ke mu! E fe yo di kwa da San Tome, paxa ku gaxta djelu di povo y ke kwa ku kwase sa da maxibin ku povo non, e?

Kanbla! Djabu na po be ku sun Gay... vota se ba nfenu fa?

Jykiti Wakongo